- O presidente do BRB, Nelson de Souza, falou sobre medidas para viabilizar o aporte de 8,8 bilhões de reais ao Banco de Brasília, em entrevista ao CB.Poder após a AGE aprovar a medida em 22 de abril.
- A prioridade é obter empréstimo junto ao Fundo Garantidor de Créditos ou via consórcio de bancos, com valor estimado de 6,6 bilhões de reais.
- Como garantia, foram citadas a dívida ativa do Governo do Distrito Federal, em cerca de 52 bilhões de reais, e imóveis livres de ônus, incluindo sete dos nove imóveis do governo distrital (a Serrinha do Paranoá ficou de fora).
- ativos da CEB e Caesb também podem ser usados como garantia para o empréstimo.
- Há ainda a possibilidade de venda de participação em subsidiárias do BRB, como BRB Card e BRB Seguros.
O BRB aprovou um aporte de 8,8 bilhões de reais para o Banco de Brasília. O presidente Nelson de Souza informou alternativas de emissão de ações nesta quarta-feira (22/4), após a AGE ter aprovado a medida, em entrevista ao CB.Poder.
A prioridade é obter empréstimo junto ao Fundo Garantidor de Créditos (FGC) ou com um consórcio de bancos. O valor do aporte deve ficar em 6,6 bilhões de reais, segundo Souza, o que resolveria a operação sem novas ações.
Segundo o presidente, a garantia principal seria a dívida ativa do GDF, estimada em cerca de 52 bilhões de reais. Também foram citados sete dos nove imóveis do governo distrital; a Serrinha do Paranoá foi retirada da lista.
Imóveis apresentados estarem livres de quaisquer ônus podem respaldar o empréstimo. Ativos da CEB e Caesb também podem ser usados como garantia. A estratégia inclui ainda venda de participações em subsidiárias do BRB, como BRB Card e BRB Seguros.
Entre na conversa da comunidade