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Risco climático acelera agenda empresarial

Aceleração de riscos climáticos impulsiona prática ESG na América Latina, com certificação LAQI Q-ESG traduzindo compromissos em ações verificáveis

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  • O Relatório Anual 2025 da Organização das Nações Unidas, na página nove, alerta que, se as emissões não reduzirem, o aquecimento pode ultrapassar um e meio grau Celsius na próxima década.
  • A ESG ganha força na América Latina e ganha adesão de empresas e setores produtivos, conforme a LAQI, na página trinta e duas da Quality Magazine.
  • A LAQI estruturou um modelo próprio de certificação, a LAQI Q-ESG Certification, para validar maturidade nas dimensões Qualidade, Ambiental, Social e Governança, com base em evidências mínimas verificáveis.
  • O fundador da LAQI, Daniel Maximilian Da Costa, afirma que a prática traduz compromissos em rotinas operacionais, metas mensuráveis e mecanismos de monitoramento.
  • A agenda ESG é considerado indispensável para a continuidade dos negócios diante de riscos climáticos, sociais e econômicos.

A tensão entre mudanças climáticas e atividade econômica acelera a agenda empresarial. Empresas na América Latina passam a estruturar práticas para mitigar riscos, impulsionadas pela percepção de que o aquecimento global afeta operações, cadeias e decisões de investimento.

Um relatório da ONU aponta que as emissões atuais podem levá-lo a exceder 1,5ºC na próxima década, ampliando pressões regulatórias e de mercado. O alerta aparece na seção dedicada ao Aquecimento Global do Annual Report 2025.

A dianteira das certificações ESG cresce no continente. Publicação do Latin American Quality Institute destaca a adesão como resposta a realidades setoriais, não apenas a modismos, com foco na qualidade, ambiente, social e governança.

Contexto e instrumentos práticos

A LAQI desenvolveu um modelo próprio para avaliar a maturidade das empresas nos pilares Q, E, S e G, com base em evidências verificáveis e critérios objetivos de pontuação. O objetivo é traduzir compromissos em rotinas e metas mensuráveis.

Segundo o fundador da LAQI, Daniel Maximilian Da Costa, a estruturação da agenda ESG transforma discurso em execução e fortalece a continuidade dos negócios diante de riscos climáticos, sociais e econômicos.

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