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Correios triplicam prejuízo em 2025 e têm baixa adesão a demissões voluntárias

Prejuízo dos Correios atinge R$ 1,2 bilhão em 2025; demissões voluntárias têm baixa adesão, atrasando meta de reduzir cinco mil funcionários

Reprodução canal do Youtube Jornal da Record
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  • Correios registraram prejuízo de R$ 1,2 bilhão em 2025, resultado de aumento de custos e queda no volume de correspondências.
  • A empresa pretende reduzir a equipe em cerca de cinco mil funcionários até o final do ano, mas a adesão às demissões voluntárias está baixa.
  • O presidente dos Correios afirma que a insegurança entre trabalhadores e a dificuldade de encontrar novas oportunidades ajudam a explicar a baixa adesão.
  • Entre as estratégias para reequilibrar as contas estão a modernização dos serviços, ampliação do comércio eletrônico e oferta de serviços financeiros.
  • A crise também afeta a qualidade do serviço, com atrasos e dificuldades na entrega, e a estatal busca melhorias em infraestrutura e tecnologia para aumentar a eficiência.

Os Correios registraram prejuízo de 1,2 bilhão de reais em 2025, triplicando o valor de 2024. O aumento de custos e a baixa adesão a demissões voluntárias contribuíram para o resultado negativo. A estatal cita fatores internos e externos.

A empresa anunciou a meta de reduzir em cerca de 5 mil funcionários o quadro até o fim de 2025. No entanto, a adesão baixa tem dificultado o alcance do corte, agravando o desafio de reequilibrar as contas.

Segundo o presidente dos Correios, a insegurança entre trabalhadores e a dificuldade de encontrar novas vagas ajudam a explicar a resistência às demissões. A recuperação dependerá de mudanças estruturais internas.

Além de cortes, a estatal busca novas fontes de receita. Entre as ações estão a ampliação do comércio eletrônico, ampliando serviços logísticos, e a oferta de produtos financeiros, para sustentar a operação no longo prazo.

A crise também impacta a qualidade do serviço. Atrasos na entrega de encomendas vêm sendo relatados e a demanda por melhorias de infraestrutura e tecnologia tem ganhado prioridade para aumentar a eficiência.

A direção dos Correios defende uma reestruturação mais profunda. Mudanças na gestão, na cultura organizacional e em modelos de negócio são apresentadas como pilares para manter a empresa pública estável e sustentável.

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