- Emma Grede, sócia-fundadora da Skims e CEO da Good American, é uma das principais nomes do varejo global, com avaliação de US$ 5 bilhões.
- Em 2015, ela ligou para Kris Jenner em busca de uma reunião e, após afirmar estar em Los Angeles na semana seguinte, lançou a Good American e faturou US$ 1 milhão no primeiro dia.
- A aposta de Grede foi identificar um nicho: denim inclusivo voltado a mulheres que se sentiam negligenciadas pela moda tradicional.
- Antes de trabalhar com as Kardashians, liderava uma agência em Londres e em Los Angeles, mapeando o cenário jurídico e de agenciamento de Hollywood.
- Além de empresária, Grede foi a primeira investidora negra no programa Shark Tank e integra o conselho da Fundação Obama.
Emma Grede, britânica, tornou-se peça-chave por trás da Skims, avaliada em US$ 5 bilhões, e sócia de marcas como Good American e Safely. Sua história é marcada por decisões ousadas que abriram caminhos no varejo global.
Sua relação com o clã Kardashian começou antes de ganhar visibilidade no mercado de moda. Operava uma agência em Londres e Los Angeles, entendendo cenários legais e de agenciamento em Hollywood, o que ajudou a identificar lacunas.
Grede percebeu um nicho pouco explorado: denim inclusivo para mulheres que se sentiam negligenciadas pela moda tradicional. Assim, contou com a visão estratégica da parceria para transformar a ideia em negócio escalável.
A narrativa de audácia envolve uma aposta arriscada: uma abordagem direta a Kris Jenner para fechar a Good American. Ela esteve em Los Angeles e, segundo relatos, informou falsamente estar na cidade na semana seguinte, o que acabou impulsionando o lançamento da marca.
O resultado foi um primeiro dia de faturamento de US$ 1 milhão, registrando o maior lançamento de denim da história. A estratégia de Grede mescla coragem, timing e percepção de mercado para gerar valor empresarial.
Grede também atua como investidora negra no Shark Tank e integra o conselho da Fundação Obama, reforçando seu papel de liderança no ecossistema de negócios. Sua trajetória é analisada como demonstração de que prática e risco bem calculado podem gerar transformação financeira.
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