- Na semana de 12 a 18 de abril, gasolina ficou em média R$ 6,75 por litro (-0,3%), diesel R$ 7,31 por litro (-1,62%), e etanol permaneceu em R$ 4,69 por litro.
- Mesmo com a queda, os combustíveis permanecem mais caros do que antes da guerra no Oriente Médio.
- Desde a semana encerrada em 28 de fevereiro, o diesel subiu 21,2% e a gasolina 7,5%.
- Os preços atingiram patamares mais altos desde julho de 2022, com a gasolina no nível mais elevado desde aquela época e o diesel atingindo o maior valor desde 10 de julho de 2022.
- O aumento acompanha a elevação do petróleo Brent, que subiu mais de 30% entre 27 de fevereiro (US$ 72,48) e ontem (US$ 101,91), agravado pela restrição no Estreito de Hormuz.
Os preços médios de revenda da gasolina e do diesel recuaram pela segunda semana, segundo a ANP. Mesmo com as quedas, os combustíveis seguem mais caros que antes da guerra no Oriente Médio, evidenciando o efeito persistente da crise internacional no abastecimento.
Entre 12 e 18 de abril, motoristas encontraram gasolina a média de R$ 6,75 por litro, queda de 0,3%. Já o diesel caiu 1,62%, para R$ 7,31 por litro. O etanol manteve-se estável, em R$ 4,69 por litro.
A redução recente não apagou o cenário de alta acumulada desde o início da guerra, em fevereiro. O diesel subiu 21,2% no período, enquanto a gasolina ficou 7,5% mais cara, pressionando o custo de vida.
Contexto internacional
O mercado reagiu ao acirramento do conflito no Oriente Médio, com restrições de navegação pelo Estreito de Hormuz, rota de cerca de 20% do petróleo mundial. O barril do Brent avançou cerca de 30,6% entre 27 de fevereiro e o fechamento mais recente, situando-se acima de US$ 100.
Impacto na inflação
No cenário interno, o IBGE apontou alta de 4,47% do IPCA em março, com óleo diesel subindo 13,9%, gasolina 4,59% e etanol 0,93%. A lógica de reajustes em cascata tem influenciado diversos setores da economia.
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