- Governo avalia reduzir as alíquotas do PIS e da Cofins sobre a gasolina para conter a alta causada pela guerra no Oriente Médio.
- O diesel S-10 subiu quase 30% desde o início do conflito, impactando o custo de distribuição.
- Bahia teve a maior alta do diesel (cerca de 32,5%), seguida de Pernambuco (26,46%) e Sergipe (23,68%).
- Para manter a distribuição, transportadoras ajustaram operações, com remodelação de trabalho e maior uso de espaço e parcerias.
- Clientes já pagam entre 12% e 20% a mais pelo serviço de transporte, refletindo aumento logístico.
- Hoje, governo apresentou ao Congresso um projeto para reduzir as alíquotas na gasolina para atenuar os impactos da guerra no preço dos combustíveis.
O governo federal avalia reduzir as alíquotas do PIS e da Cofins sobre a gasolina para conter a alta dos combustíveis. A medida surge como reação ao aumento recente no preço do diesel, provocado pela guerra no Oriente Médio.
Segundo informações oficiais, o diesel subiu quase 30% desde o início do conflito. A alta impacta o custo de distribuição e força transportadoras a reajustarem tarifas e logística. A indústria já observa reajustes no tempo de entrega.
Dados de uma pesquisa sobre transações de diesel apontam elevação em todas as regiões desde 28 de fevereiro. Bahia registra a maior alta, 32,5%, seguida por Pernambuco (26,46%) e Sergipe (23,68%). Paraíba teve o menor aumento, pouco acima de 15%.
Hoje, o governo enviou ao Congresso um projeto com a proposta de reduzir PIS e Cofins sobre a gasolina. A intenção é mitigar o impacto da guerra nas bombas de combustível e estabilizar preços ao consumidor.
Entretanto, o texto não detalha prazos, faixas de tributação nem efeitos fiscais esperados. Analistas aguardam impactos orçamentários e possíveis efeitos de longo prazo na arrecadação. A tramitação ainda depende de avaliação parlamentar.
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