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Governo libera crédito a companhias aéreas para aliviar impactos de combustíveis

Governo cria linha de crédito pelo FNAC para capital de giro de empresas aéreas, via BNDES ou bancos credenciados, com taxa de 4% e carência de 1 ano, até cinco anos

Avião da Gol decola do Aeroporto de Congonhas, em São Paulo | Rovena Rosa/Agência Brasil
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  • O Conselho Monetário Nacional aprovou linha de crédito de capital de giro para companhias aéreas regulares nacionais, via Fundo Nacional de Aviação Civil (FNAC).
  • Os recursos destinam-se a cobrir despesas operacionais diárias, como combustível, manutenção e salários.
  • A medida busca aliviar custos com a alta de combustíveis, manter a oferta de voos e evitar repasses imediatos aos passageiros.
  • As operações podem ser feitas pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) ou por bancos credenciados; não haverá garantia do Tesouro Nacional e o risco é assumido pelas instituições financeiras.
  • Condições: taxa de 4% ao ano ao FNAC, com cobrança adicional pelos bancos; prazo de pagamento de até cinco anos, com até um ano de carência.

O governo federal, por meio do Conselho Monetário Nacional (CMN), aprovou uma linha de crédito para capital de giro voltada a empresas de transporte aéreo regular doméstico. A medida, anunciada nesta quinta-feira (23), tem como finalidade cobrir despesas operacionais, como combustível, manutenção e salários, com recursos do FNAC.

A linha poderá ser disponibilizada pelo BNDES ou por instituições financeiras habilitadas. O objetivo é reduzir impactos dos custos elevados do setor, manter a oferta de voos e evitar repasses imediatos aos consumidores, além de minimizar riscos de interrupção das operações.

Condições da linha

As operações não contarão com garantia do Tesouro Nacional e o risco de crédito ficará por conta das instituições operadoras, que definirão seus próprios critérios de análise. A taxa será de 4% ao ano ao FNAC, acrescida de encargos cobrados pelos bancos, dentro de limites preestabelecidos. O prazo de pagamento é de até 5 anos, com até 1 ano de carência antes do início das parcelas.

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