- A crise entre Irã e Estados Unidos está impactando empresas de dispositivos médicos no Brasil, elevando custos e logística.
- A Associação Brasileira da Indústria de Dispositivos Médicos (Abimo) aponta aumentos expressivos no preço de matérias-primas, em alguns casos acima de 100%.
- Também houve elevação dos fretes internacionais e necessidade de redirecionar rotas logísticas.
- Registros de atrasos recorrentes, cancelamentos de embarques e maior dependência de transporte aéreo, ainda que mais caro, foram observados.
- A instabilidade no Estreito de Ormuz encarece insumos petroquímicos, pressionando a cadeia de suprimentos.
O agravamento das tensões entre Irã e Estados Unidos está impactando diretamente a operação de empresas de dispositivos médicos no Brasil. De acordo com a Abimo, há aumento de custos de matérias-primas e fretes, além de necessidade de redirecionar rotas logísticas. A situação eleva despesas e complexifica a cadeia de suprimentos.
Relatórios apontam atrasos recorrentes, cancelamentos de embarques e maior dependência de transporte aéreo, que passa a ser mais caro. Além disso, a instabilidade no Estreito de Ormuz pressiona o abastecimento de insumos petroquímicos usados na fabricação de dispositivos.
Essa ampliação de custos atinge empresas nacionais do setor, que atuam com insumos estratégicos. A Abimo diz que algumas matérias-primas tiveram elevação superior a 100%, refletindo o cenário internacional tenso. A entidade reforça a necessidade de monitoramento logístico contínuo.
Impactos na cadeia de suprimentos
Especialistas consultados pela Abimo destacam a importância de diversificar fornecedores e rotas. A logística sofre com flutuações de preço, prazos e disponibilidade de insumos, fatores que podem alterar cronogramas de produção.
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