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Hash11, maior ETF cripto local, negocia opções e futuros na B3 em maio

HASH11 passa a negociar opções e futuros na B3 a partir de quatro de maio, com cerca de R$ 2,5 bilhões sob gestão, ampliando liquidez do ecossistema de criptoativos

Henry Oyama, da Hashdex: 'ampliação as ferramentas de hedge' — Foto: Divulgação
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  • HASH11, o maior ETF cripto do Brasil, passará a negociar opções e futuros na B3, com início em quatro de maio.
  • O fundo tem cerca de R$ 2,5 bilhões sob gestão e replica uma cesta de criptoativos que acompanha o índice Nasdaq CME Crypto.
  • A mudança ocorre após nova regra da B3 que permitiu de modo mais amplo o uso de cotas de fundos de investimento como ativo-objeto em derivativos negociados na bolsa.
  • Opções ajudam na proteção e geração de renda; futuros viabilizam exposição direcional, alavancagem e arbitragem com maior eficiência.
  • A Hashdex aponta que a medida deve tornar o mercado mais líquido, com melhor formação de preços e alinhamento às práticas internacionais.

O HASH11, maior ETF de criptomoedas negociado no Brasil, passará a ter contratos de opções e futuros na B3. O lançamento está previsto para o dia 4 de maio, ampliando a gama de instrumentos disponíveis para esse fundo de gestão brasileira.

Com cerca de R$ 2,5 bilhões sob gestão, o HASH11, da Hashdex, replica uma cesta diversificada de criptoativos vinculada ao índice Nasdaq CME Crypto. Esse índice expõe o mercado a ativos digitais por meio de um único produto listado.

A mudança decorre de uma nova regra da B3, que amplia o uso de cotas de fundos de investimento, incluindo ETFs, como ativo-objeto em derivativos. A flexibilização facilita contratos de opções e operações a termo para diferentes classes de cotas.

Adoção de opções e futuros deve trazer liquidez e eficiência na formação de preços, segundo a Hashdex. A gestora aponta que a expansão aproxima o mercado brasileiro das práticas internacionais de negociação de ETFs.

Segundo Henry Oyama, diretor da Hashdex, a iniciativa deve estimular hedge e diversificação de carteiras. Ele afirma que a entrada dos futuros eleva a sofisticação do ecossistema e abre espaço para novos produtos no futuro.

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