- O ministro do Empreendedorismo, Paulo Henrique Pereira, afirmou que não há incompatibilidade entre o fim da escala de trabalho 6×1 e o mundo dos empreendedores, em entrevista à CNN 360°.
- Segundo o ministro, as duas iniciativas compartilham o objetivo de dar mais autonomia e qualidade de vida aos brasileiros.
- Ele destacou que o empreendedorismo cresceu no Brasil nos últimos anos graças a marcos legais que favorecem tributação, burocracia e aspectos legais.
- Sobre o impacto para empreendedores que são empregadores, estima-se que atinja entre dez por cento e quinze por cento do total; o governo pretende criar soluções para mitigar os efeitos.
- A ideia é regulamentar a escala 6×1 sem prejudicar trabalhadores nem empreendedores de renda menor, citando, como exemplo, o Simples Nacional, e trabalhando em mecanismos de amortização e adaptação para os diferentes segmentos.
O ministro do Empreendedorismo, Paulo Henrique Pereira, afirmou que não há incompatibilidade entre o fim da escala 6×1 e o ambiente empreendedor. Em entrevista ao CNN 360°, ele disse que as duas iniciativas visam ampliar autonomia e qualidade de vida.
Segundo o ministro, o empreendedorismo cresce no Brasil devido a marcos legais que facilitam tributos, burocracia e aspectos legais. Ele ressaltou que pessoas buscam bem-estar, renda estável e mais tempo livre para estudos e família.
Ele explicou que o projeto da escala 6×1 segue o mesmo espírito de independência do empreendedorismo, ampliando o tempo livre de trabalhadores com carteira assinada para cuidar da família, estudar e até empreender.
Impacto nas pequenas empresas
Pereira reconheceu que entre 10% e 15% dos empreendedores que são também empregadores podem sentir efeitos. O governo promete estudar soluções para mitigar impactos sem prejudicar quem tem menor renda.
Medidas e caminhos propostos
O ministro citou o Simples Nacional como exemplo de benefício para pequenas empresas, com tributação diferenciada. A ideia é criar mecanismos de regulamentação que possam amortecer custos de transição.
Paulo Henrique Pereira destacou que soluções devem incluir amortização e adaptação para diferentes segmentos, evitando prejuízos a trabalhadores e empreendedores de menor renda.
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