- Pedidos iniciais de auxílio-desemprego nos EUA somaram 214 mil na semana encerrada em 18 de abril, alta de 6 mil.
- O número ficou acima da mediana de 210 mil prevista por economistas na pesquisa da Bloomberg.
- Os dados representam o período de referência para o relatório de emprego de abril do governo.
- As demissões permanecem em nível baixo, sinalizando fragilidade de cortes ainda contidos no mercado de trabalho.
- Os números ajudam a traçar a tendência do mercado de trabalho norte-americano para o mês.
Os pedidos de auxílio-desemprego nos Estados Unidos subiram na semana encerrada em 18 de abril, embora permaneçam em um patamar baixo, indicativo de contínuas demissões limitadas pelo mercado de trabalho. O aumento foi de 6 mil, alcançando 214 mil novas solicitações iniciais.
Os números foram divulgados pelo Departamento do Trabalho na quinta-feira. O consenso médio de economistas, segundo uma pesquisa da Bloomberg, apontava 210 mil pedidos iniciais. Os dados também concentram-se no período de referência para o relatório mensal de empregos do governo, referente a abril.
A leitura sugere que o mercado de trabalho continua resiliente, ainda que haja variações semanais nas solicitações de seguro-desemprego. Analistas acompanham o ritmo de novas demissões para calibrar as projeções da economia e orientar políticas públicas. O relatório integra a série de indicadores que acompanham o desempenho do emprego nos EUA.
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