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Pet une plano de saúde e hospital após fusão e mira R$ 155 milhões

Fusão entre +Pet e VFP forma ecossistema veterinário integrado, com valuation de R$ 415 milhões, ampliando para vinte unidades até 2026

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  • +Pet e VFP encerraram fusão em menos de sessenta dias, gerando um valuation conjunto de R$ 415 milhões e criando o primeiro ecossistema veterinário verdadeiramente integrado do país.
  • Antes da fusão, a +Pet tinha cerca de 26 mil planos ativos, 84 mil atendimentos ao ano, 65 mil exames e 2.700 cirurgias anuais; após a operação, há projeções de 50 mil planos, 139 mil atendimentos, 100 mil exames e 7.700 cirurgias anuais, com faturamento de R$ 155 milhões em 2026.
  • O modelo é de verticalização completa da cadeia, com planos de saúde, clínicas, exames e hospitais em uma única estrutura, mantendo o formato B2B2C e integrando prontuários eletrônicos.
  • O grupo opera mais de dez unidades hoje (oito hospitais e duas clínicas), com planos de chegar a vinte unidades até o fim de 2026, incluindo novas unidades em Palmas, no Tocantins, e Campo Grande, no Mato Grosso do Sul.
  • O setor pet no Brasil movimenta cerca de R$ 78 bilhões, e a penetração de planos de saúde ainda é baixa (aproximadamente 1%), o que a +Pet vê como oportunidade de expansão mediante consolidação do setor.

A +Pet anunciou a fusão com a rede VFP, especializada em hospitais veterinários de alta complexidade, em uma operação concluída em menos de 60 dias. O acordo gerou um valuation conjunto de 415 milhões de reais, consolidando um ecossistema veterinário integrado.

A transação alinha planos de saúde para animais, clínicas, exames e hospitais em uma única estrutura. Antes da fusão, a +Pet possuía cerca de 26 mil planos ativos, com aproximadamente 84 mil atendimentos anuais e 65 mil exames.

A VFP atuava com quatro unidades em operação e outras quatro em construção, com presença no interior do país. A empresa tinha quase 200 colaboradores e se destacava por UTIs de alta complexidade, tomografia e centros cirúrgicos 24 horas.

A fusão foi definida entre outubro de 2025 e o fechamento em dezembro, segundo o grupo. A ideia foi acelerar a expansão com infraestrutura hospitalar própria e captar recursos para novas unidades.

Pelo menos duas frentes de crescimento foram anunciadas: ampliação para 20 unidades até o fim de 2026 e abertura de novas unidades em Palmas (TO) e Campo Grande (MS) a partir de maio. O grupo já soma mais de 10 unidades.

O modelo resultante mantém a lógica B2B2C, com veterinários parceiros em clínicas próprias utilizando os hospitais da rede para exames e internações. A plataforma integra prontuários eletrônicos e monitoramento remoto de pacientes.

Segundo o executivo da empresa, o primeiro semestre pós-fusão registrou crescimento de quase 55%, possibilitando novos investimentos em tecnologia e infraestrutura. A empresa aguarda avanços na padronização de serviços.

Expansão e impacto no mercado pet

A +Pet planeja dobrar a base de planos ativos e ampliar o atendimento anual, mantendo a visão de consolidar a cadeia de cuidado. O setor pet brasileiro movimenta cerca de 78 bilhões de reais, com mais de 160 milhões de animais, segundo projeções da Abempet.

A fusão é apresentada como passo crucial para uma maior escala, eficiência e padronização no setor. Especialistas veem o movimento como precursor de maior concentração de serviços veterinários no Brasil, com a +Pet na dianteira do processo.

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