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PF investiga má gestão de R$ 13 milhões em previdência no interior de SP

PF investiga má gestão de R$ 13 milhões da previdência de Santo Antônio de Posse; parte aplicada no Banco Master, cinco servidores afastados

PF investiga suspeita de má gestão de R$ 13 milhões em previdência no interior de SP
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  • A Polícia Federal investiga a má gestão de 13 milhões de reais do fundo de previdência de servidores de Santo Antônio de Posse, interior de São Paulo.
  • Parte dos recursos foi aplicada no Banco Master; cinco servidores foram afastados.
  • Seis mandados de busca e apreensão foram cumpridos em Santo Antônio de Posse e Mogi Mirim, com apreensão de celulares, computadores, documentos e um carro.
  • A apuração começou após auditoria da Previdência Social identificar investimentos de alto risco feitos com recursos destinados à aposentadoria entre 2023 e 2024; entre os alvos estão um ex-diretor, uma ex-supervisora e três integrantes do instituto.
  • A prefeitura disse que parte das aplicações ocorreu na gestão anterior e que isso não significa, automaticamente, perda dos valores; a PF ainda investiga se houve prejuízo aos cofres públicos e se há possibilidade de recuperação.

A Polícia Federal investiga possível má gestão de 13 milhões de reais do fundo de previdência dos servidores de Santo Antônio de Posse, no interior de São Paulo. Parte do dinheiro está aplicada no Banco Master. Cinco servidores foram afastados.

A operação envolve seis mandados de busca e apreensão em Santo Antônio de Posse e em Mogi Mirim. Foram apreendidos celulares, computadores, documentos e um veículo para apurar as irregularidades nas aplicações.

A investigação começou após auditoria da Previdência Social detectar investimentos de alto risco com recursos da aposentadoria municipal. Entre os alvos há um ex-diretor, uma ex-supervisora e três membros do instituto. As aplicações ocorreram entre 2023 e 2024.

Desenvolvimento da APURAÇÃO

A prefeitura informou que parte dos investimentos foi feita na gestão anterior e que a aplicação não configura, automaticamente, perda dos recursos. A PF também avalia se houve prejuízo aos cofres públicos e se haverá recuperação de valores.

O delegado responsável, Davi de Oliveira Rios, afirmou que o objetivo é garantir segurança e liquidez dos recursos. A PF continua analisando documentos e conversas para esclarecer o caso.

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