- Emmanoel Rondon detalhou o andamento do plano de reestruturação dos Correios em coletiva realizada nesta quinta-feira (23).
- O balanço de 2025 aponta um prejuízo de R$ 8,5 bilhões.
- A recuperação de liquidez superou as projeções, com parcelamento de tributos em R$ 2,5 bilhões em 60 meses e de precatórios em R$ 702 milhões em 9 parcelas com três meses de carência.
- Em janeiro, a empresa conseguiu economia adicional de R$ 321 milhões com negociações de dívidas e pagamentos em atraso com fornecedores.
- Haverá economia prevista de cerca de R$ 100 milhões em 2026 com a aplicação de rota otimizada para carteiros, reflexo de redução de dispêndios com mão de obra.
O presidente dos Correios, Emmanoel Rondon, detalhou nesta quinta-feira o andamento do plano de reestruturação da empresa em uma entrevista coletiva. O objetivo é apresentar a recuperação da estatal e os impactos na liquidez.
Rondon afirmou que a captação de recursos foi o motor da recuperação, mas destacando ações adicionais que aceleraram a melhoria da liquidez além do previsto no plano.
O balanço de 2025 mostra um prejuízo de 8,5 bilhões de reais, apurado cinco meses após a aprovação do plano de reestruturação. Os números foram apresentados nesta quinta-feira.
Segundo o presidente, o fortalecimento de liquidez ocorreu com parcelamentos de tributos, estimados em 2,5 bilhões de reais em 60 meses, e de precatórios, de 702 milhões em 9 parcelas com carência.
Em janeiro houve avanços positivos: a renegociação de dívidas e pagamentos em atraso rendeu economia de 321 milhões de reais, superior ao que constava no planejamento.
Rondon informou ainda a implementação de um aplicativo para otimizar as rotas dos carteiros, reduzindo deslocamentos e evitando retrabalho. A projeção é de economia de 100 milhões de reais em 2026, com reflexos em 2027.
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