- A polícia do Amazonas deflagrou, na quarta-feira, a operação Torre 7 para desarticular o núcleo financeiro de uma quadrilha que usava criptomoedas para pagamentos ilícitos e lavagem de dinheiro.
- Foram apreendidos US$ 5 milhões (R$ 24,8 milhões) em criptoativos, ainda não especificados pela investigação.
- A ação cumpriu três mandados de busca e apreensão e três de prisão preventiva, além de medidas de sequestro de bens.
- Os mandados foram cumpridos na cidade de São Paulo; a investigação identificou uma casa de câmbio sem autorização do Banco Central que movimentou recursos do grupo.
- A operação é desdobramento de fases anteriores, nas quais lideranças da organização criminosa já haviam sido identificadas e presas, com investigação voltada à lavagem de dinheiro.
A Polícia foi além das fronteiras locais para desarticular uma quadrilha acusada de usar criptomoedas para pagamento de atividades ilícitas e para lavagem de dinheiro. A operação Torre 7, realizada pela FICCO/AM, resultou na apreensão de US$ 5 milhões em criptoativos — cerca de R$ 24,8 milhões — ainda não especificados.
A ação foi deflagrada na quarta-feira (22) no Amazonas, com o objetivo de cumprir mandados de busca, prisão preventiva e sequestro de bens. Ao todo, foram sete ordens judiciais, envolvendo três prisões preventivas, além da apreensão de ativos digitais vinculados ao grupo.
A investigação apontou uma casa de câmbio associada aos investigados, que operava sem autorização do Banco Central e atuava na lavagem de recursos. A operação também identificou o fluxo financeiro relacionado às atividades ilícitas do núcleo.
Na sequência das fases anteriores, já haviam sido identificadas lideranças da organização e investigados atuantes na lavagem de dinheiro. Os procedimentos são realizados com apoio de forças de segurança em diferentes estados, incluindo a cidade de São Paulo, onde foram cumpridos alguns mandados.
Contexto e desdobramentos: a investigação continua para mapear a estrutura financeira do grupo e rastrear possíveis outros ativos. As autoridades não divulgaram detalhes sobre a identidade dos investigados nem sobre os operadores das criptomoedas.
Entre na conversa da comunidade