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Polos calçadistas criam ecossistema estadual de inovação no setor

Polos calçadistas paulistas formam ecossistema de inovação com governança integrada, unindo Birigui, Jaú, Franca e Santa Cruz do Rio Pardo

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  • Polos calçadistas de Birigui, Jaú, Franca e Santa Cruz do Rio Pardo formalizaram cooperação para criar um Ecossistema Estadual de Calçados, com apoio da Fundação Shunji Nishimura de Tecnologia por meio do Centro de Inovação Tecnológica da Alta Paulista (CITAP).
  • O marco inicial ocorreu em Pompéia, com um workshop para a criação do Comitê Inter Polos Calçadistas Paulistas e uma visita técnica à Fundação e à Jacto.
  • A governança setorial integrada busca transcender fronteiras municipais e fortalecer a presença paulista no mercado global.
  • A proposta fortalece as Cadeias Produtivas Locais, que reúnem micro, pequenas e médias empresas do setor e atuam com uma estrutura de governança comum.

A indústria calçadista de São Paulo iniciou um movimento de cooperação que promete ampliar a competitividade do setor no Brasil. Com apoio da Fundação Shunji Nishimura de Tecnologia, por meio do CITAP, os polos de Birigui, Jaú, Franca e Santa Cruz do Rio Pardo formalizaram uma parceria inédita para o desenvolvimento de soluções conjuntas.

O marco ocorreu em Pompéia, com um workshop de concepção para a criação do Comitê Inter Polos Calçadistas Paulistas. Houve ainda uma visita técnica às instalações da Fundação e à Jacto, com o objetivo de embasar uma governança setorial integrada.

Estrutura e objetivo

A iniciativa busca promover o desenvolvimento regional por meio do fortalecimento do diálogo entre os quatro polos, que possuem especializações complementares. A ideia é mover de uma visão individual para a formação de um Ecossistema Estadual de Calçados.

A cooperação se sustenta nas Cadeias Produtivas Locais (CPL) do estado, definidas como uma rede de micro, pequenas e médias empresas da mesma indústria que atuam de forma coordenada. As CPL conectam matérias-primas, transformação e produção de itens acabados, gerando valor para a economia regional.

Por meio da integração, as cidades esperam ampliar a presença paulista no mercado global, fortalecendo a inovação e a competitividade do setor. O modelo propõe governança comum para articular ações entre entidades públicas e privadas envolvidas.

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