- A Rede D’Or captou US$ 500 milhões em títulos de dívida no mercado externo, com prazo de dez anos.
- A demanda atingiu US$ 1,6 bilhão ao longo do dia, sendo reduzida a US$ 1,1 bilhão na precificação, e a taxa ficou em 6,55%.
- A operação eleva o volume de ofertas no ano para quase US$ 20 bilhões; no ano anterior, foram cerca de US$ 34 bilhões.
- Os recursos serão usados para propósitos corporativos gerais, como pagamento de dívidas e aumento de liquidez.
- Além da Rede D’Or, o banco digital C6 e a Oceânica devem emitir bonds em breve; o C6 planeja uma emissão de três anos a partir de US$ 500 milhões, com possibilidade de IFC atuar como investidor âncora (até US$ 50 milhões).
A Rede D’Or captou US$ 500 milhões no mercado externo com títulos de dívida de prazo de dez anos. A demanda atingiu US$ 1,6 bilhão ao longo do dia, sendo reduzida para US$ 1,1 bilhão ao término da precificação. A taxa ficou em 6,55%, abaixo da expectativa inicial de mais de 6,75%.
O recurso será utilizado para propósitos corporativos gerais, incluindo pagamento de dívidas e melhoria da liquidez. A última captação de recursos no exterior ocorreu em setembro, também no valor de US$ 500 milhões, com juros de 6,45% ao ano. Foram registrados quase US$ 20 bilhões em ofertas neste ano, ante ~US$ 34 bilhões no ano anterior.
Mercados e próximos financiamentos
Além da Rede D’Or, o banco digital C6 e a Oceânica, prestadora de serviços para a indústria de óleo e gás, devem emitir bonds nos próximos dias. O C6 planeja uma emissão de três anos com tamanho mínimo de US$ 500 milhões. Mesmo sem histórico em bonds, o banco tem o JPMorgan como base acionária.
Fontes mencionam interesse da IFC em atuar como investidor âncora na operação do C6, com ordem de até US$ 50 milhões, sujeita aos termos finais da oferta. A IFC e o JPMorgan não confirmaram oficialmente detalhes de suas participações.
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