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Reforma de deficiência na Austrália pode gerar demissões, dizem economistas

Reformas no National Disability Insurance Scheme podem reduzir custos, mas sinalizam demissões no setor e possível elevação do desemprego, dizem economistas

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  • Economistas e setores da indústria alertam que a reformulação do programa de invalidez pode impactar o mercado de trabalho, com possível aumento do desemprego.
  • O ministro da Saúde, Mark Butler, apresentou reformas ao National Disability Insurance Scheme, com o objetivo de reduzir o crescimento de custos para 2% ao ano até 2030, ante 10% no ano passado.
  • A redução de custos deve ocorrer por meio de critérios de elegibilidade mais restritos, registros de prestadores e maior controle de fraudes.
  • O governo de orientação centro-esquerda diz buscar controle maior sobre os gastos do programa.
  • Entre os desdobramentos esperados estão impactos no emprego do setor, conforme avaliação de economistas.

O governo da Austrália anunciou uma reforma no National Disability Insurance Scheme (NDIS), o principal programa de assistência para pessoas com deficiência. A medida foi apresentada na quarta-feira, 22 de abril de 2026, em Canberra, visando mudanças significativas no setor.

O ministro da Saúde, Mark Butler, lidera a implementação das ações. O governo de centro-esquerda busca redesenhar o programa para reduzir o crescimento dos custos a 2% ao ano até 2030, ante 10% registrados no ano passado, conforme informações divulgadas pelo governo.

As mudanças devem chegar por meio de critérios mais rígidos de elegibilidade, registro de prestadores e maior controle de fraudes. A ideia é frear a escalada dos gastos públicos com o NDIS e tornar o programa mais sustentável no longo prazo.

Economistas e atores da indústria afirmam que o ajuste pode impactar o mercado de trabalho, com possibilidade de maior desemprego entre trabalhadores vinculados ao programa. A avaliação inicial aponta risco de desocupação caso o corte de custos não seja acompanhado de ajustes institucionais.

Segundo a cobertura publicada pela Bloomberg, as autoridades justificam as medidas pela necessidade de conter o crescimento de custos e manter a função do programa dentro de limites orçamentários. O tema segue em avaliação pelos órgãos competentes.

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