- A divisão móvel da Samsung pode fechar 2026 no vermelho, o primeiro resultado anual negativo desde a criação, em 2021, devido ao encarecimento de memórias.
- A Samsung elevou o preço de tabela de vários smartphones, incluindo o Galaxy S26, mas os custos adicionais não foram totalmente compensados.
- O Galaxy S26 Ultra costuma vir com 12 GB de memória LPDDR5X, e uma estimativa aponta que um único IA consome memória de cerca de 4.600 smartphones.
- Mesmo com esse cenário, o lucro total da Samsung aumentou oito vezes, impulsionado pela área de memória, que domina o mercado global de DRAM.
- A escassez de chips de memória pode persistir até 2028, com fabricantes priorizando memórias de alta largura de banda para IA, reduzindo a produção de memórias de uso geral.
A divisão de smartphones da Samsung pode fechar 2026 no vermelho, segundo a imprensa sul-coreana. A alta nos preços de memórias impacta a rentabilidade do setor, mesmo com vendas fortes de alguns modelos.
Analisam que o prejuízo anual seria o primeiro desde a criação da área mobile, em 2021. A pressão vem do encarecimento de componentes, que força fabricantes a reajustar preços ou reduzir margens.
Apesar disso, o lucro total da Samsung subiu oito vezes, impulsionado pela área de memória. O negócio de memórias, dominado por Samsung, SK Hynix e Micron, responde por grande parte da lucratividade da empresa.
Escassez de chips pode durar mais que o esperado
Relatórios indicam que a crise de memória pode se estender até 2028. A falta afeta fornecedores de componentes para consumo, enquanto aliados focam na produção de memórias de alta largura de banda para IA.
As fabricantes redirecionam linhas de produção para atender demanda de data centers, deixando memórias de uso geral com menor disponibilidade. A Micron já tirou do mercado a marca Crucial.
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