- A Baic confirmou a entrada no Brasil, com lançamento da marca em outubro e escritório já instalado em São Paulo.
- Plano prevê 20 concessionárias até o fim de 2026 e cerca de 50 pontos de venda em 2027; Paraíba, São Paulo e Minas Gerais já têm representantes definidos.
- Quatro modelos devem chegar em 2026: Arcfox T1, X55, BJ30 e uma picape ainda sem nome, com foco na eletrificação e nos SUVs.
- O portfólio inclui o BJ40 para 2027 (off‑road) e o BJ60 (com opção híbrida), mirando concorrência de modelos como GWM Tank 300.
- A Baic avalia produção local no Brasil, estudando fábrica própria ou uso de estrutura industrial existente, com possibilidade de parcerias ou joint ventures.
A Baic confirmou sua chegada ao Brasil durante o Salão de Pequim, com planos de iniciar operações estruturadas a partir de um escritório em São Paulo. O lançamento da marca está previsto para outubro, acompanhado de uma rede inicial de concessionárias no país. A entrada faz parte de uma estratégia de longo prazo com foco em eletrificação.
O grupo apresentará uma rede de 20 concessionárias até o fim de 2026 e estima chegar a cerca de 50 pontos de venda em 2027. Paraíba, São Paulo e Minas Gerais já têm unidades definidas, servindo como base para a expansão nacional.
Aposta em SUVs
A Baic deve distribuir quatro modelos em 2026: o elétrico Arcfox T1, o X55, o BJ30 e uma picape ainda sem nome. O T1 tem linha de 95 cv e 42,4 kWh, oferecendo até 400 km de autonomia no ciclo chinês. O BJ30 traz dois motores elétricos com tração integral e 409 cv.
O BJ40 é visto como peça-chave para a imagem de fora de estrada, com 4×4 e conceito off-road. O BJ60, maior, terá conjunto híbrido e mira público que busca conforto aliado a capacidade off-road. Ambos podem chegar ao Brasil em 2027.
Produção no Brasil
A Baic avalia produzir localmente, estudando duas opções: fábrica do zero ou uso de infraestrutura industrial já existente. A empresa admite parcerias e joint ventures para ampliar a atuação além da importação.
O movimento reforça o compromisso de longo prazo com o mercado brasileiro, que se tornou destino relevante para a expansão de montadoras chinesas. A entrada da Baic eleva a concorrência no segmento de eletrificados e SUVs.
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