- O Ibovespa Futuro abriu em alta de 0,43%, aos 195.350 pontos.
- A piora na percepção de risco em relação ao conflito no Oriente Médio elevou o mau humor dos investidores.
- Não houve notícias sobre uma nova rodada de negociação entre Estados Unidos e Irã.
- O Estreito de Ormuz permanece fechado, mantendo o petróleo em alta.
- Investidores acompanham a temporada de balanços, com Usiminas sendo acompanhada antes da abertura do pregão.
O Ibovespa Futuro abriu em alta de 0,43%, aos 195.350 pontos. A leitura inicial aponta que a guerra no Oriente Médio muda pouco, mantendo o humor dos investidores em estado de cautela. O Estreito de Ormuz segue fechado, o que sustenta a oscilação do petróleo.
A ausência de avanços em negociações entre Estados Unidos e Irã aumenta a percepção de risco. Os mercados aguardam sinais de uma nova rodada de diálogos, o que deixa o cenário internacional em compasso de espera e impacto a ativos globais.
A temporada de balanços também entra na lista de fatores monitorados. No Brasil, investidores observam a evolução das empresas, com destaque para a Usiminas, cuja divulgação ocorre antes da abertura do pregão. O ambiente externo segue influente para a envelope de ativos nacionais.
Panorama de mercado e próximos passos
A volatilidade permanece alta diante da incerteza geopolítica e do ritmo de resultados corporativos. Analistas destacam que a volatilidade pode permanecer até sinais claros de desfecho diplomático ou novos efeitos de oferta de petróleo.
O petróleo permanece em alta, alimentado pela tensão regional e pela suspensão de tráfego no estreito estratégico. No câmbio e nos juros, expectativas de movimentos dependem das próximas notícias sobre negociações e balanços, com atenção especial aos dados de empresas-chave.
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