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Confiança do consumidor avança para 89,1 pontos em abril, diz FGV

ICC sobe pelo segundo mês, para 89,1 pontos em abril, com melhoria no momento atual e na situação financeira de famílias de renda até R$ 2.100

— Foto: Roberto Moreyra/Agência O Globo
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  • O Índice de Confiança do Consumidor (ICC) da FGV Ibre chegou a 89,1 pontos em abril, alta de 1 ponto frente ao mês anterior e maior nível desde dezembro de 2025.
  • A média móvel trimestral subiu para 87,8 pontos, aumento de 0,6 ponto.
  • O Índice de Situação Atual (ISA) avançou 2,1 pontos, para 85,3 pontos, enquanto o Índice de Expectativas (IE) subiu 0,2 ponto, para 92,3 pontos.
  • Entre os componentes, a percepção sobre a situação financeira atual da família subiu 3,9 pontos, para 76,0 pontos, maior nível desde fevereiro de 2020; a situação econômica local atual ficou em 95,0 pontos.
  • No IE, a avaliação sobre a situação financeira futura da família subiu 0,9 ponto, para 90,3 pontos, o maior desde dezembro de 2025; as compras previstas de bens duráveis recuaram 0,3 ponto, para 82,5 pontos.

O Índice de Confiança do Consumidor (ICC) da FGV Ibre subiu 1 ponto em abril, para 89,1 pontos, o maior nível desde dezembro de 2025. A média móvel trimestral avançou 0,6 ponto, para 87,8 pontos. A alta foi impulsionada pela melhora da percepção sobre o momento presente.

Entre os componentes, o Índice de Situação Atual (ISA) avançou 2,1 pontos e chegou a 85,3 pontos. O Índice de Expectativas (IE) subiu 0,2 ponto, para 92,3 pontos. A avaliação da situação financeira atual da família registrou alta de 3,9 pontos, a 76,0 pontos, o maior desde fevereiro de 2020.

A melhora também ocorreu com relação à avaliação da situação econômica local atual, que subiu 0,3 ponto, para 95,0 pontos. Entre as expectativas, a percepção de renda familiar futura avançou 0,9 ponto, para 90,3 pontos, o maior desde dezembro de 2025. Já as compras previstas de bens duráveis caíram 0,3 ponto, para 82,5 pontos.

Desempenho por horizonte e fatores de reação

Segundo a economista do FGV Ibre, Anna Carolina Gouveia, a alta de abril foi puxada pela percepção do momento presente. A inflação mais baixa, o mercado de trabalho robusto e a isenção do imposto de renda para parte da população contribuíram para o otimismo das famílias de menor renda, que recebem até R$ 2.100 mensais.

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