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EUA e UE fecham acordo sobre minerais críticos para reduzir domínio chinês

EUA e UE fecham acordo sobre minerais críticos para alinhar cadeias de suprimentos e reduzir domínio da China, com medidas comerciais em estudo

Representante do Comércio dos EUA, Jamieson Greer
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  • O Representante Comercial dos EUA (USTR), Jamieson Greer, anunciou um acordo sobre o Plano de Ação Estados Unidos-União Europeia para minerais críticos.
  • O objetivo é coordenar políticas e medidas comerciais para cadeias de suprimentos de minerais e reduzir o domínio da China no setor.
  • Greer afirmou que os EUA e a UE vão explorar medidas comerciais, como pisos de preços ajustados na fronteira, para fortalecer as indústrias nacionais de minerais críticos.
  • Ele agradeceu ao comissário de Comércio da União Europeia, Maroš Šefčovič, pelo compromisso com o acordo e com o comércio transatlântico de minerais críticos.
  • As partes devem levar as discussões a outros fóruns, como o G7.

O Representante Comercial dos EUA (USTR), Jamieson Greer, anunciou na sexta-feira, 24 de novembro de 2025, um acordo no Plano de Ação Estados Unidos-União Europeia para minerais críticos. O objetivo é coordenar políticas e medidas comerciais sobre cadeias de suprimentos e reduzir o domínio chinês no setor.

O texto do acordo aponta a disposição de enfrentar políticas não mercantis que distorcem o mercado. Entre as possibilidades citadas estão pisos de preços ajustados na fronteira, destinados a fortalecer as indústrias domésticas de minerais críticos e a competitividade econômica.

Greer elogiou o compromisso do Comissário de Comércio da UE, Maroš Šefčovič, com o acordo e o comércio transatlântico de minerais críticos. Ambos disseram que as discussões seguirão em fóruns como o G7, ampliando o diálogo bilateral.

Próximos passos

As partes deverão manter reuniões regulares para implementar ações previstas no plano e monitorar impactos nas cadeias de suprimentos. A cooperação também buscará ampliar dados, padrões e regras comuns.

O acordo não detalha medidas obrigatórias de curto prazo, mas antecipa estudos conjuntos sobre instrumentos comerciais e reciprocidade, com avaliações periódicas para ajustar a cooperação conforme o mercado mundial.

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