- Gastos fiscais da China cresceram 2,6% no primeiro trimestre frente ao mesmo período de 2024, totalizando 7,47 trilhões de iuanes (US$ 1,09 trilhão).
- A receita fiscal subiu 2,4% no mesmo intervalo, para 6,16 trilhões de iuanes.
- Os gastos do trimestre representaram 24,9% dos gastos anuais previstos, os mais altos dos últimos anos.
- Autoridades indicam manter uma política fiscal mais proativa em 2026, com gastos recordes, emissão de títulos e transferências a governos locais.
- O objetivo é apoiar o crescimento econômico deste ano, diante de riscos globais, como o conflito no Oriente Médio.
O gasto fiscal da China aumentou 2,6% no primeiro trimestre de 2026 em relação ao mesmo período de 2025. O Ministério das Finanças informou os números nesta sexta-feira, em meio à estratégia de Pequim para sustentar o crescimento econômico frente a riscos internacionais.
Entre janeiro e março, as despesas somaram 7,47 trilhões de iuanes (aproximadamente US$ 1,09 trilhão), enquanto a arrecadação fiscal registrou alta de 2,4%, para 6,16 trilhões de iuanes. Os dados apontam para um laboratório de estímulos ainda em curso.
Contexto e compromisso governamental
As despesas do primeiro trimestre representaram 24,9% do gasto anual previsto, conforme avaliação de um funcionário da pasta. Esse patamar é visto como um indicativo de gasto público acelerado para apoiar o crescimento neste ano.
No mês anterior, autoridades chinesas sinalizaram continuidade de uma política fiscal mais proativa para 2026, incluindo gastos públicos recordes, emissão de títulos e repasses a governos locais. A medida visa manter a trajetória de expansão econômica.
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