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Governo planeja programa de renegociação de dívidas a partir de 1º de maio

Governo lança Desenrola 2.0 em maio; renegociação gradual com descontos de até 90% para dívidas atrasadas, priorizando famílias de baixa renda

governo e bancos querem lançar programa de renegociação de dívidas | José Cruz/Agência Brasil
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  • Governo e bancos vão lançar o programa de renegociação de dívidas nos primeiros dias de maio, chamado Desenrola 2.0, com duração de até quatro meses.
  • O foco é atender prioritariamente famílias de baixa renda com dívidas atrasadas há mais tempo.
  • O anúncio ocorre durante as comemorações do 1º de maio, conforme informações do mercado financeiro.
  • A disponibilidade nas plataformas das instituições será gradual nos primeiros dias de maio, conforme consenso entre as partes.
  • O ministro da Fazenda, Dario Durigan, disse que o programa prevê descontos de até 90% para dívidas de cartão de crédito, cheque especial e crédito pessoal, com garantia do Fundo Garantidor de Operações para reduzir juros.

O governo e o sistema financeiro vão lançar um novo programa de renegociação de dívidas nos primeiros dias de maio. Intitulado Desenrola 2.0, ele deve durar até quatro meses e priorizar famílias de baixa renda com dívidas atrasadas.

A disponibilidade das negociações ocorrerá de forma gradual nas plataformas digitais e nas agências, conforme informações divulgadas pela imprensa. Ainda há pontos a serem harmonizados, mas o avanço é confirmado por fontes do mercado.

A proposta envolve consolidar todas as dívidas atribuídas a um CPF em uma nova linha de crédito para quitação, com descontos por faixas de renda, e o uso do Fundo Garantidor de Operações para baratear os juros.

Detalhes do programa

O ministro da Fazenda, Dario Durigan, afirmou que o programa pode oferecer descontos de até 90% para dívidas de cartão de crédito, cheque especial e crédito pessoal. A expectativa é facilitar o pagamento para famílias de menor renda.

Bancos participantes preveem implementação gradual, com adaptação do desenho à realidade de cada instituição. O objetivo é ampliar o acesso a renegociação sem causar impactos abruptos no crédito.

O objetivo do governo é reduzir o estoque de dívidas atrasadas, evitar exclusões financeiras e manter o crédito ativo. As negociações seguem em curso, buscando consenso sobre regras e calendário de atuação.

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Governo planeja programa de renegociação de dívidas a partir de 1º de maio

Governo lança Desenrola 2.0 em início de maio, com implementação gradual; descontos de até 90% para famílias de baixa renda e consolidacão de dívidas via nova linha de crédito

governo e bancos querem lançar programa de renegociação de dívidas | José Cruz/Agência Brasil
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  • O programa Desenrola 2.0 deve ser lançado nos primeiros dias de maio e durar até quatro meses, com foco em famílias de baixa renda e dívidas atrasadas.
  • A disponibilidade das negociações nas plataformas das instituições ocorrerá de forma gradual nos primeiros dias de maio, em busca de consenso entre governo e bancos.
  • A proposta prevê a consolidação de todas as dívidas associadas a um CPF em uma nova linha de crédito para quitação, com descontos por faixas de renda e garantia do Fundo Garantidor de Operações.
  • O anúncio deve ocorrer durante as comemorações do 1º de maio, conforme informou o jornal O Globo e foi confirmado pelo SBT News.
  • O ministro da Fazenda, Dário Durigan, afirmou que o programa pode prever descontos de até 90% para dívidas de cartão de crédito, cheque especial e crédito pessoal.

O governo e o setor financeiro devem lançar o novo programa de renegociação de dívidas nos primeiros dias de maio. Conhecido como Desenrola 2.0, ele tem duração prevista de até quatro meses e prioriza famílias de baixa renda com dívidas atrasadas.

A implementação ocorrerá de forma gradual, com disponibilidade das negociações nas plataformas e agências das instituições ao longo dos primeiros dias de maio. Pessoas com CPF mais vulneráveis devem ter tratamento prioritário conforme o andamento das tratativas entre governo e bancos.

O objetivo é consolidar todas as dívidas atribuídas a um CPF em uma nova linha de crédito para quitação, com descontos por faixas de renda e garantia do Fundo Garantidor de Operações para reduzir juros. O formato final ainda depende de consensos entre as partes envolvidas.

Detalhes do plano

Segundo o ministro da Fazenda, Dario Durigan, o programa pode oferecer descontos de até 90% para dívidas de cartão de crédito, cheque especial e crédito pessoal. As negociações foram acompanhadas por veículos de imprensa e pelo mercado financeiro, que apontam avanços mesmo com pontos ainda não fechados.

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