- A Havan opera 190 unidades e foca cidades médias e polos regionais para expandir no interior, buscando demanda por lazer e compras e evitando capitais.
- O principal critério para abrir uma loja é o potencial regional, considerando alcance da unidade, localização em rodovias de alto fluxo e demanda local; a loja pode atrair consumidores de cidades vizinhas em um raio de até cem quilômetros.
- A motivação para migrar de capitais é reduzir custos operacionais elevados e concorrência agressiva; cidades médias oferecem crescimento demográfico, aumento da renda e carência de comércio estruturado, com melhor visibilidade e rentabilidade.
- A logística é apoiada por um centro de distribuição em Barra Velha, em Santa Catarina, com mais de 2,5 mil colaboradores e sistemas automatizados, como esteiras de oito quilômetros e transelevadores, garantindo abastecimento rápido.
- Em São Miguel do Oeste, a expectativa é abrir uma unidade por estar em entroncamento de rodovias federais com tráfego de cerca de 12 mil veículos por dia, atendendo até cinquenta municípios vizinhos e aproveitando a proximidade com a Argentina para atrair turistas.
A Havan intensifica a expansão nacional focando em cidades médias e polos regionais. Hoje soma 190 unidades, sob a liderança de Luciano Hang, buscando mercados no interior com demanda por lazer e compras, longe da saturação das capitais.
O critério decisivo para abrir uma loja é o potencial regional. A empresa avalia alcance, localização em rodovias com fluxo, demanda local, infraestrutura urbana e impacto econômico. Um empreendimento pode atrair consumidores de cidades vizinhas em até 100 quilômetros.
Especialistas apontam que capitais têm custos operacionais elevados e concorrência acirrada. Cidades médias oferecem crescimento demográfico, aumento de renda e menos opções de comércio estruturado, permitindo maior visibilidade e rentabilidade para redes grandes.
Logística de distribuição
Para manter abastecimento rápido, a Havan investe em tecnologia. O centro de distribuição em Barra Velha (SC) emprega mais de 2,5 mil pessoas e usa esteiras de oito quilômetros e transelevadores para facilitar o fluxo entre estoque e lojas.
A estrutura busca agilidade independentemente da distância entre armazém e unidade. O sistema de gestão facilita reposições em tempo real e assegura disponibilidade de produtos.
O impacto no comércio local é considerado misto. A rede fortalece a economia regional com empregos diretos e atração de visitantes, mas pressiona pequenos negócios a se modernizarem. A adaptação varia conforme o porte e investimento local.
Caso São Miguel do Oeste exemplifica a estratégia. A cidade catarinense, no extremo oeste, receberá uma unidade por ficar em entroncamento de rodovias federais com tráfego de cerca de 12 mil veículos/dia. A localização atende até 50 municípios vizinhos e se beneficia da proximidade com a fronteira argentina.
Conteúdo produzido a partir de informações apuradas pela equipe de repórteres da Gazeta do Povo.
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