- O ouro à vista subiu 0,5% por volta de 11h15, para US$ 4.745,90 por onça, e a semana registra queda próxima de 3%.
- A alta do petróleo sustenta o movimento, com o Brent mantendo posições acima de US$ 105 o barril diante das preocupações com o Oriente Médio.
- O impasse entre EUA e Irã alimenta temores inflacionários, o que tende a manter juros altos por mais tempo.
- O dólar em alta no mercado internacional pressiona as commodities cotadas na moeda norte‑americana.
- O presidente dos EUA, Donald Trump, disse que não tem pressa em fechar acordo com o Irã, mantendo a incerteza no cenário externo.
O ouro subiu nesta sexta-feira (24), mas deve registrar a primeira queda semanal em quatro semanas, diante do impasse entre EUA e Irã. 11h15 (horário de Brasília): ouro à vista avança 0,5%, para US$ 4.745,90 por onça.
Na semana, a perda acumulada se aproxima de 3%. A: alta do petróleo ajuda a sustentar o movimento, com o Brent acima de US$ 105 o barril, diante de receios com escalada no Oriente Médio e dificuldades na reabertura do Estreito de Ormuz.
A pressão inflacionária associada aos preços de energia sustenta a leitura de juros elevados por mais tempo, reduzindo a atratividade do ouro, que não rende juros. O dólar também ganha força, pressionando commodities em USD.
Trump afirma não ter pressa em fechar acordo com o Irã, mantendo o cenário externo instável e de incerteza para mercados globais.
Movimento do petróleo e cenário externo
O salto do petróleo aumenta temores inflacionários e estimula apostas sobre uma politica monetária mais restritiva, o que pode manter o impacto sobre o ouro. A incerteza geopolítica segue como principal pano de fundo.
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