- Especialistas recomendam manter a posição no mercado, reforçando o perfil defensivo com empresas de crescimento e dividendos estáveis diante da guerra, inflação e volatilidade.
- A combinação de gestão passiva com ativa é sugerida para longo prazo, para reduzir riscos e melhorar a diversificação, mantendo as baixas comissões da primeira.
- O CEO da Goldman Sachs alerta que o risco de recessão nos Estados Unidos está a apenas “um tuíte” de distância, estimando cerca de 20% de probabilidade.
- As bolsas globais conseguiram apagar as perdas da guerra, mesmo com a inflação em alta e dúvidas sobre o efeito dos preços mais elevados em consumidores e empresas.
- O petróleo subiu cerca de 7% após novo bloqueio de Ormuz, passando de 100 dólares, o que complica o retorno das bolsas aos níveis pré-guerra.
O mercado global vive novo cenário de inflação elevada, guerra e volatilidade, afetando decisões de investimento. Especialistas pedem cautela, pois sair do mercado pode atrasar a recuperação esperada. Gestores destacam perfis defensivos com crescimento sólido e dividendos estáveis.
A inflação persiste, enquanto a volatilidade exige equilíbrio entre risco e retorno. Atração por gestão ativa e passiva se mantém, com comissões menores impulsionando a passiva, porém a diversificação e a contenção de riscos seguem como prioridade.
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Gestão de portfólios
Analistas sugerem combinar estratégias de longo prazo para reduzir impactos de choques no preço de ativos. A combinação busca manter exposição a ações, com foco em setores defensivos.
Cenários macro e volatilidade
Executivos de bancos apontam risco de recessão nos EUA em patamar próximo de 20%. As bolsas absorvem perdas de conflitos, ainda que dúvidas sobre inflação persista entre investidores.
Política monetária e inflação
O BCE sinaliza espaço para alta de juros imediata caso a inflação se agrave pela guerra. Atas da instituição indicam preparação para agir sem atraso.
Renda fixa e commodities
A ameaça geopolítica favorece a busca por renda fixa de curto prazo, com interesse em fundos defensivos. O petróleo sobe acentuadamente com novos bloqueios, pressionando preços de energia e bolsas.
Consumidores e efeitos setoriais
A inflação de alimentos continua desafiando bancos centrais, pois reduzir gasto familiar exige medidas de política monetária consistentes. Simultaneamente, a confiança econômica de gestores ainda vê espaço para a bolsa, principalmente na Europa.
Habitação e inflação setorial
Dados indicam desaceleração no ritmo de valorização de moradias na Espanha em 2025, com variação de 4,4% no período, segundo estudo local.
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