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Opinião: o que investidores não contam sobre captação de recursos

Investidores afirmam que a percepção de captação em moda é distante da realidade: após o hype, fica difícil avançar com financiamentos

When it comes to raising capital, the gap between what fashion and beauty founders believe is happening and what is actually happening is often enormous, writes Olivier Rivard-Cohen.
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  • O texto aborda a diferença entre o que fundadores de moda e beleza creem sobre captação de recursos e o que acontece na prática.
  • Descreve o caso de uma marca com vitrine na Bergdorf Goodman, dois lançamentos esgotados, lista de clientes e deck que falava em “a próxima geração de luxo europeu”.
  • Em seis meses, o processo de captação ficou parado e investidores passaram a não retornar ligações.
  • O motivo não foi a qualidade da marca, mas a dificuldade de os investidores se sentirem confortáveis com o que vem após o hype.

Um artigo do BoF, assinado por Olivier Rivard-Cohen, analisa a percepção de investidores sobre captação de recursos no setor de moda e beleza. Segundo o texto, há uma lacuna entre o que os fundadores acreditam estar ocorrendo e o que realmente acontece.

A matéria descreve o caso de uma marca com vitrine na Bergdorf, duas temporadas com itens esgotados e uma lista de espera de clientes. O material destaca que o deck da empresa começava com a promessa de ser a “próxima geração do luxo europeu”.

Seis meses depois, o processo de captação ficou em pausa e executivos de bancos do 8º arrondissement não retornaram ligações. O relato indica que o mau funcionamento não foi por fragilidade da marca, mas pela dificuldade de os investidores aceitarem o que vem após o hype.

Contexto da captação de recursos

De acordo com o texto, investidores privados justificaram reservas com dúvidas sobre a sustentabilidade do crescimento pós-evento de procura. O artigo não cita números específicos nem fontes formais, mas aponta um sentimento de insegurança entre potenciais financiadores.

A reportagem ressalta que a hesitação dos investidores pode impactar a agenda de lançamentos de marcas de niche premium. O texto enfatiza a necessidade de clareza sobre a gestão de expectativas após picos de demanda.

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