- A Aneel deve decidir nesta terça-feira (28) o reajuste das tarifas da Neonergia, em Pernambuco, e da Equatorial, em Alagoas, afetando 5,66 milhões de consumidores.
- Em Pernambuco, aproximadamente 4,23 milhões de unidades consumidoras devem ter reajuste médio de 4,25%, sendo 7,19% para alta tensão e 3,41% para baixa tensão; o cenário pode chegar a 9,53% caso haja antecipação de recursos.
- A Neoenergia propôs antecipar 411 milhões de reais em recursos do Uso do Bem Público (UBP).
- Em Alagoas, o reajuste médio fica em 5,43%, atingindo cerca de 1,43 milhão de consumidores, com alta tensão em torno de 7,80% e baixa tensão em 4,71%.
- Os ajustes consideram a Parcela A (encargos setoriais, compra de energia e transmissão) e outros componentes financeiros, com vigência de um ano, entrando em vigor em Pernambuco no dia 29 e em Alagoas no dia 3 de maio.
A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) deve decidir nesta terça-feira (28) o reajuste das tarifas da Neoenergia Pernambuco e da Equatorial Alagoas. O ajuste impactará cerca de 5,66 milhões de consumidores nos dois estados, com efeitos variados por segmento.
Em Pernambuco, aproximadamente 4,23 milhões de unidades consumidoras poderão sofrer reajuste médio de 4,25%. Usuários de alta tensão teriam ganho médio de 7,19%, enquanto residências e consumidores de baixa tensão poderiam registrar alta de 3,41%. O teto da elevação prevista alcança 9,53%, caso a Neoenergia não antecipe recursos.
A Neoenergia sugeriu antecipar R$ 411 milhões em recursos do Uso do Bem Público (UBP), para reduzir o impacto final aos consumidores. Sem a antecipação, o reajuste poderia seguir o valor máximo de 9,53%.
Em Alagoas, o aumento médio estimado é de 5,43%, atingindo cerca de 1,43 milhão de unidades consumidoras. Clientes de alta tensão podem ter reajuste médio de 7,80%, já os de baixa tensão ficariam em 4,71% a mais.
Aneel informou que o reajuste está associado principalmente ao comportamento da Parcela A, que engloba encargos setoriais, compra de energia e transmissão, além de compensações de outros componentes financeiros. A decisão final depende da aprovação da diretoria da agência.
Caso aprovados, os novos valores entram em vigor no dia 29 de Pernambuco e no dia 3 de maio em Alagoas. A vigência das tarifas será de um ano, com revisão prevista para o próximo ciclo tarifário.
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