- Centrais sindicais farão um ato na terça-feira, 28 de abril de 2026, às 10h, em frente à sede do Banco Central, na Avenida Paulista, em São Paulo, contra os juros altos.
- As entidades defendem a redução da taxa Selic para diminuir o endividamento das famílias.
- O endividamento das famílias brasileiras atingiu 49,9% em fevereiro, o maior da série histórica, segundo o Banco Central.
- A decisão sobre o patamar dos juros ocorrerá na quarta-feira, 29 de abril de 2026, após a reunião do Copom.
- A CUT destacou, em nota, que a redução imediata da taxa básica é essencial para impulsionar a economia e melhorar as condições de vida da classe trabalhadora.
O movimento das centrais sindicais acontece nesta terça-feira, 28 de abril de 2026, às 10h, em frente à sede do Banco Central, na Avenida Paulista, em São Paulo. O ato protesta contra os juros altos e pede redução do índice para diminuir o endividamento das famílias.
Segundo os organizadores, a mobilização busca pressionar pela redução da taxa básica de juros, considerada necessária para estimular a economia e melhorar as condições de vida da classe trabalhadora. A programação ocorre na véspera da decisão do Copom sobre o patamar da Selic.
O endividamento das famílias atingiu 49,9% em fevereiro, o maior da série histórica, segundo dados do Banco Central divulgados nesta segunda-feira. A alta reflete impactos de juros elevados sobre financiamentos e rotinas orçamentárias.
Dados sobre endividamento e contexto econômico
O Copom deve anunciar a nova taxa na quarta-feira, 29 de abril de 2026. Atualmente, a Selic está em 14,75% ao ano, conforme divulgação do próprio BC e análises de mercado. A expectativa é de mudanças no ciclo de aperto monetário.
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