- Dario Durigan, secretário de Relações Internacionais do Ministério da Economia, detalha o programa do governo contra o endividamento das famílias.
- O objetivo é renegociar dívidas, facilitar o acesso ao crédito e promover educação financeira, com lançamento em breve.
- O programa terá parcerias entre o governo e instituições financeiras, além de oferecer orientações e cursos gratuitos de educação financeira.
- A expectativa é beneficiar milhões de famílias em todo o país, com oficialização nas próximas semanas e ampla divulgação.
- A iniciativa faz parte de uma estratégia mais ampla de combate à crise econômica e de inclusão financeira, buscando crescimento econômico estável.
Dario Durigan, secretário de Relações Internacionais do Ministério da Economia, apresentou detalhes do programa do governo para combater o endividamento das famílias, em participação no JR24H, canal Jornal da Record no YouTube. A divulgação ocorreu em 27/04/2026, às 22h04.
Segundo ele, a iniciativa busca oferecer uma alternativa para renegociação de dívidas e evitar o endividamento excessivo. O objetivo central é facilitar o acesso ao crédito e promover educação financeira entre os brasileiros.
Durigan informou que o programa está próximo de ser lançado e será gratuito. A proposta inclui parcerias entre o governo e instituições financeiras, com orientações e cursos de educação financeira para os beneficiários, atingindo milhões de famílias.
Parcerias e implementação
O secretário destacou que o governo planeja cooperação com bancos e outras instituições para viabilizar renegociação de dívidas. A medida deve contar com mecanismos de acompanhamento e suporte aos mutuários.
Além disso, o programa prevê ações de educação financeira para orientar consumidores. A iniciativa está vinculada a uma estratégia mais ampla de combate à crise econômica e estímulo ao consumo responsável.
Impacto e alcance
Durigan afirmou que a medida busca reduzir o endividamento e melhorar a qualidade de vida de famílias. A expectativa é de ampla divulgação para alcançar o maior número possível de beneficiários.
O governo afirmou que continuará investindo em inclusão financeira. A previsão é de que a política contribua para a estabilidade financeira e o crescimento econômico sustentável.
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