- A Dívida Pública Federal caiu 2,34% em março, de R$ 8,841 trilhões para R$ 8,633 trilhões, segundo o Tesouro Nacional.
- A variação decorreu de resgate líquido de R$ 305,386 bilhões e de apropriação positiva de juros de R$ 98,080 bilhões.
- A Dívida Pública Mobiliária Federal interna caiu 2,46% (R$ 8,302 trilhões), enquanto a externa subiu 0,61% (R$ 331,64 bilhões).
- A composição da DPF mostrou queda da participação de títulos atrelados à Selic, de 49,10% para 47,71%; os papéis pré-fixados subiram, de 21,33% para 21,80%.
- O prazo médio subiu de 4,0 para 4,10 anos e o custo médio em doze meses avançou de 11,90% para 12,20% ao ano.
A Dívida Pública Federal caiu 2,34% em março em relação a fevereiro, passando de 8,841 trilhões para 8,633 trilhões. O dado foi divulgado pelo Tesouro Nacional nesta segunda-feira (27).
A variação decorreu do resgate líquido de 305,386 bilhões e da apropriação positiva de juros, de 98,080 bilhões. Esses componentes explicam o recuo do estoque da DPF no mês.
A DPF inclui a dívida interna e externa. A Dívida Pública Mobiliária Federal interna caiu 2,46%, encerrando março em 8,302 trilhões, enquanto a Dívida Pública Federal externa subiu 0,61%, para 331,64 bilhões.
A participação de títulos atrelados à Selic caiu de 49,10% em fevereiro para 47,71% em março. O Plano Anual de Financiamento 2026 estabelece faixa de 46% a 50% para esse segmento.
Os papéis pré-fixados cresceram de 21,33% para 21,80%, dentro do intervalo de 21% a 25% estabelecido. Já os títulos indexados à inflação subiram de 25,85% para 26,67%, com intervalo de 23% a 27%.
Os títulos cambiais passaram de 3,71% para 3,83%, dentro do intervalo de 3% a 7% previsto no PAF. A parcela da DPF a vencer em 12 meses avançou de 16,65% para 19,52% no mês.
O prazo médio da dívida subiu de 4,0 para 4,10 anos. Os limites do PAF para 2026 ficam entre 3,8 e 4,2 anos. O custo médio anualizado em 12 meses passou de 11,90% para 12,20%.
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