- O J.P. Morgan reduziu a recomendação de Brava Energia de compra para neutra, e o preço-alvo caiu de R$ 23 para R$ 20.
- A recomendação de PetroRecôncavo também passou de compra para neutra, com o preço-alvo subindo de R$ 13 para R$ 14.
- Prio manteve recomendação de compra, elevando o preço-alvo de R$ 55 para R$ 73, considerada a preferência do banco entre as independentes.
- O banco aponta que a Prio gera mais caixa e está mais exposta à alta de preços internacionais, sem estratégias de hedge que limitem ganhos. Brava Energia e PetroRecôncavo adotam hedge mais agressivo, o que pode restringir valorização.
- As avaliações foram feitas com a premissa de Brent a US$ 85 neste ano e US$ 75 em 2027.
O J.P. Morgan rebaixou a recomendação de Brava Energia de compra para neutra, com ajuste do preço-alvo de R$ 23 para R$ 20. A mudança ocorreu após avaliação de risco e retorno diante do cenário econômico e de preços do petróleo.
A mesma instituição reduziu a recomendação de PetroRecôncavo de compra para neutra, elevando o alvo de R$ 13 para R$ 14. O movimento reflete a leitura de que a combinação de hedge mais agressivo limita os ganhos com alta de preços.
Por outro lado, a Prio foi alvo de alta no preço-alvo, de R$ 55 para R$ 73, mantendo a recomendação de compra. A corretora aponta que a empresa apresenta superior geração de caixa e maior exposição à alta de preços internacionais, sem uso de hedge que freie ganhos.
Segundo o relatório, Brava Energia e PetroRecôncavo utilizam estratégias de hedge que protegem contra quedas, mas atuam como teto para o ganho com a elevação do barril. A Prio, frente ao novo patamar de Brent, é vista com melhor relação risco-retorno.
A equipe do banco destaca que o valor para acionistas dessas duas companhias fica menos atrativo em comparação ao perfil da Prio, considerando Brent de US$ 85 neste ano e US$ 75 em 2027.
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