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Economista afirma que a guerra não prejudica o Brasil após queda do dólar

Economista diz que guerra não é ruim para o Brasil; FMI eleva projeção de crescimento e petróleo alto beneficia exportações, com Copom podendo cortar juros

FMI (Fundo Monetário Internacional) aumentou as previsões de crescimento para o Brasil
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  • O dólar caiu para R$ 4,96 nesta segunda-feira (27) e o Ibovespa ultrapassou 191 mil pontos por volta das 10h.
  • As oscilações acontecem mesmo com as incertezas dos conflitos no Oriente Médio.
  • O economista Roberto Troster afirmou que, apesar de a guerra ser lamentável, as projeções de crescimento do Brasil têm sido revisadas para cima.
  • O FMI aumentou as previsões de crescimento para o Brasil em abril, em relação a janeiro, beneficiado pela condição de exportador líquido de petróleo.
  • A queda da taxa de juros pelo Copom, prevista para quarta-feira (29), é cogitada, com expectativa de redução de 0,25 ponto percentual.

O dólar iniciou a semana em queda, cotado a R$ 4,96 na manhã desta segunda-feira (27). O Ibovespa também subiu, ultrapassando 191 mil pontos por volta das 10h. O cenário segue as incertezas provocadas pelos conflitos no Oriente Médio.

Em entrevista ao Conexão Record News, o economista Roberto Troster avaliou os impactos no mercado brasileiro. Segundo ele, embora a guerra seja lamentável pela perda de vidas, as projeções de crescimento do Brasil têm sido revisadas para cima.

O FMI aumentou, em abril, as previsões de crescimento para o Brasil em relação a janeiro. A justificativa é o papel do Brasil como exportador líquido de petróleo, que se beneficia com altas dos preços do barril e com isso recebe mais dólares por economia de petróleo.

Para Troster, o efeito positivo acontece mesmo com o cenário global incerto, pois a commodity sobe com a demanda externa, elevando a entrada de divisas. O petróleo teve alta superior a 45%, o que reforça o fluxo de caixa da balança comercial brasileira.

A previsão de política monetária interna também está no radar. O Copom pode anunciar, nesta quarta-feira (29), uma redução de 0,25 ponto percentual na taxa básica de juros, conforme expectativa de mercado. A decisão é aguardada por investidores.

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