- Projeções de mercado apontam EBITDA de aproximadamente US$ 4 bilhões para a Vale no primeiro trimestre, com receita líquida near US$ 10 bilhões.
- O lucro líquido estimado é de cerca de US$ 2 bilhões, segundo o Citi; no mesmo período do ano anterior, foi US$ 1,39 bilhão.
- As projeções refletem volumes maiores de produção e preços mais altos de metais básicos, segundo J.P. Morgan, Citi e Santander.
- O minério de ferro teve ramp-up de novos ativos, levando as vendas a atingirem o maior nível para um primeiro trimestre desde 2018.
- Nos metais básicos, cobre atingiu a melhor produção de primeiro trimestre desde 2017 e níquel desde 2020; analistas veem início de ano promissor.
- A Vale divulgará o desempenho financeiro na terça-feira (28), após o fechamento do mercado.
O mercado projeta avanço nos principais indicadores financeiros da Vale no primeiro trimestre, com volumes maiores de produção e preços mais altos de metais básicos. As estimativas são baseadas em relatórios do J.P. Morgan, Citi e Santander. A divulgação do desempenho está marcada para esta terça-feira (28), após o fechamento.
A projeção de Ebitda fica em torno de US$ 4 bilhões para o período, ante US$ 3,1 bilhões no 1T do ano anterior, refletindo força operacional e ambiente de preços favorável para commodities. O lucro líquido estimado pelo Citi é de US$ 2 bilhões no trimestre, contra US$ 1,39 bilhão no mesmo intervalo de 2023. A receita líquida fica prevista em cerca de US$ 10 bilhões.
No último comunicado, em 16 de abril, a Vale disse que o desempenho do 1T foi marcado por forte produção e vendas, com ativos atingindo os maiores níveis. No minério de ferro, o ramp-up de novos ativos sustentou o crescimento da produção e as vendas alcançaram o maior nível para um 1T desde 2018.
Em metais básicos, a produção registrou crescimento expressivo, com cobre na melhor marca de 1T desde 2017 e níquel desde 2020. Os resultados operacionais devem superar as expectativas do mercado, sinalizando trajetória de recuperação nos principais indicadores financeiros.
Para o Citi, os números sugerem começo de ano promissor, especialmente para metais básicos. Embora a sazonalidade do 1T tenha pressionado a divisão de ferrosos, a força da unidade de metais básicos e as maiores receitas de subprodutos devem compensar esse efeito e levar a crescimento no período.
As projeções indicam ainda potencial surpresas positivas nos trimestres seguintes, conforme a Vale mantém ritmo de produção e venda de seus ativos.
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