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Moody’s aponta resiliência da economia chinesa com perspectiva estável

Moody's eleva a China de perspectiva negativa para estável, destacando resiliência econômica e competitividade que amortecem a desaceleração do PIB

Exposição sobre as conquistas da manufatura chinesa, em Pequim
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  • A Moody’s revisou a perspectiva da China de negativa para estável, citando economia e finanças resilientes diante de pressões internas, comerciais e geopolíticas.
  • A projeção aponta que o crescimento das exportações deve ser moderado, mas a competitividade chinesa pode atenuar a desaceleração do PIB.
  • O PIB deve crescer de forma gradual, com o ritmo ajudado pela eficiência do capital e por políticas voltadas a setores de alta produtividade.
  • Os lucros industriais aumentaram no último mês, o maior crescimento em seis meses, indicando recuperação setorial, enquanto o consumo permanece fraco e as exportações desaceleram.
  • Entre os riscos, estão custos mais altos e tensões no Oriente Médio; medidas para lidar com a dívida de governos regionais devem melhorar a eficiência do capital, mesmo com o aumento da dívida total.

A Moody’s revisou nesta segunda-feira a perspectiva da China de negativa para estável, citando força econômica e fiscal resiliente apesar de pressões internas e dos desafios comerciais e geopolíticos. A agência mantém o foco na robustez macroeconômica diante de incertezas externas.

A avaliação aponta que o crescimento das exportações deve ser moderado, mas a competitividade chinesa pode amortecer a desaceleração, permitindo que o crescimento do PIB diminua apenas gradualmente. O cenário depende de políticas de sustentação à inovação e produtividade.

Os lucros industriais cresceram no mês passado no ritmo mais rápido em seis meses, sinalizando recuperação desigual: indústria forte, consumo ainda fraco, exportações em desaceleração e riscos de custos mais altos, além de tensões no Oriente Médio.

A Moody’s destacou que políticas voltadas aos setores de alta produtividade e uma abordagem contida para resolver a dívida de governos regionais e locais devem melhorar a eficiência do capital, mesmo com o crescimento da dívida pública.

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