- O coordenador-geral de Operações da Dívida Pública, Helano Borges Dias, disse que houve tendência de queda no colchão de liquidez, explicada pelo volume elevado de vencimentos.
- Em março, houve vencimento expressivo de R$ 345 bilhões.
- Em abril, as emissões já superaram a dívida com vencimento previsto para setembro, o que altera o movimento observado.
- A afirmação foi feita nesta segunda-feira (27).
O coordenador-geral de Operações da Dívida Pública, Helano Borges Dias, afirmou nesta segunda-feira (27) que houve tendência de queda no colchão de liquidez, em grande parte explicada pelo volume elevado de vencimentos. O efeito é a partir de movimentos de curto prazo no mercado de dívida.
Em março, houve um vencimento expressivo de R$ 345 bilhões, o que ampliou a pressão sobre o colchão de liquidez e influenciou a dinâmica de funding do Tesouro.
Apesar do cenário, em abril as emissões já superaram a dívida com vencimento previsto para setembro, o que, segundo Dias, altera esse movimento. A mudança depende do ritmo de novas emissões e da gestão de vencimentos ao longo do ano.
Mudanças observadas em abril
- O mês apresentou diferenciação entre recebimento de recursos e vencimentos que, até então, mantinha o colchão em trajetória descendente.
- Avaliações técnicas indicam que o volume de emissões pode sustentar a liquidez mesmo com vencimentos elevados, conforme protocolo da dívida pública.
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