Em Alta Copa do Mundo NotíciasAcontecimentos internacionaisPessoasPolíticaConflitos

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

Reforma tributária redefine margens, preços e competitividade dos supermercados

Reforma tributária redefine margens e gestão, tornando informação ágil e controle de operações requisitos básicos para o varejo de supermercados

Supermercado terão mudanças com nova tributação
0:00
Carregando...
0:00
  • A reforma tributária substituirá PIS, Cofins, ICMS e ISS pelo IVA dual: CBS em nível federal e IBS nos estados/municípios, alterando a operação dos supermercados.
  • A não cumulatividade plena amplia o uso de créditos, mas exige processos integrados, dados confiáveis e controle detalhado das operações para que o ganho seja efetivo.
  • A tributação no destino implica recolhimento no local de consumo, levando redes com várias filiais a monitorar desempenho por unidade com cruzamento de vendas, custos e comportamento de consumo.
  • O mix de produtos deve sofrer ajustes: itens da cesta básica podem ter tratamento diferente; bebidas alcoólicas, refrigerantes e itens supérfluos podem ter carga maior, estimulando marcas próprias e promoções.
  • A competitividade passa a depender de inteligência de negócio: revisão de portfólio, pricing, tecnologia, gestão tributária automatizada e transformação de dados em insights para decisões rápidas.

A reforma tributária pode redefinir margens, preços e competitividade dos supermercados. O tema, ainda em discussão, impacta o varejo e exige ajustes em pricing, logística e gestão financeira. O objetivo é simplificar impostos, com mudanças que afetam todo o setor.

Especialistas destacam que a substituição gradual de tributos pelo IVA dual muda o jogo. O CBS (federal) e o IBS (estados e municípios) alteram a dinâmica operacional das redes de supermercado, que movimentam centenas de bilhões por ano.

Segundo a Abras, o setor responde por grande parte da renda familiar e de empregos. A reforma tende a ampliar a visibilidade de custos e a exigir controle detalhado de operações em várias praças.

A não cumulatividade plena, uma das mudanças esperadas, ampliará créditos tributários ao longo da cadeia. Para capturar o ganho, serão necessários processos integrados e dados confiáveis.

Inteligência de negócio

Na prática, será preciso revisar portfólio, pricing e tecnologia. A gestão tributária automatizada e o fortalecimento de marcas próprias aparecem como pilares para competir.

A tributação no destino exige ajustar estratégias regionais e políticas comerciais por praça. Redes com várias filiais precisarão acompanhar desempenho por unidade com maior rigor.

O desafio é manter margens estáveis diante de custo tributário variável. A leitura de cenários, ajustes rápidos de preços e negociação com fornecedores serão vitais.

Profissionais do setor apontam que itens da cesta básica devem receber tratamento diferente de bebidas e itens supérfluos. A mudança pode acelerar marcas próprias e promoções.

No curto prazo, quem transformar dados transacionais em inteligência de negócio terá vantagem. No longo, o ambiente pode ficar mais previsível e equilibrado.

Daniel Los Angeles, executivo de novos negócios e parcerias, resume: informação rápida e gestão precisa se tornam requisito básico para o varejo.

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais