- Em março, o Tesouro Direto registrou 1,2 milhão de operações e investimentos de R$ 14,79 bilhões, o maior volume da série histórica; o estoque chegou a R$ 234,4 bilhões, alta de 3,3% frente a fevereiro e 42% em 12 meses.
- Títulos atrelados à Selic e ao Tesouro Reserva responderam por 52,7% das vendas, somando R$ 7,8 bilhões.
- Títulos indexados à inflação (IPCA+) totalizaram R$ 4,8 bilhões em vendas, equivalentes a 32,1% do total.
- Títulos prefixados tiveram aporte de R$ 2,2 bilhões (15,1% das operações).
- Em março houve R$ 11 bilhões em resgates e vencimentos, com emissão líquida de R$ 3,78 bilhões; a média por operação foi de R$ 12.083,06; a base de investidores ativos atingiu 3,4 milhões, mesmo com queda de quase 39 mil no saldo, enquanto, em 12 meses, houve aumento de 16% no número de investidores ativos.
Os investidores do Tesouro Direto fizeram 1,2 milhão de operações em março e aplicaram 14,79 bilhões de reais. O volume é o maior da série histórica, elevando o estoque total para 234,4 bilhões de reais.
O desempenho de março refletiu ganhos com títulos atrelados à Selic, inflação e prefixados. A maior parte das vendas ficou com o Tesouro Selic e o Tesouro Reserva, que somaram 7,8 bilhões de reais (52,7% do total).
Títulos indexados à inflação responderam por 4,8 bilhões de reais, ou 32,1% das operações. Já os prefixados totalizaram 2,2 bilhões, correspondentes a 15,1% das vendas no mês.
Base de investidores e fluxos de resgate
Ao longo de março, resgates e vencimentos somaram 11 bilhões de reais, com emissão líquida de 3,78 bilhões. O número de investidores ativos subiu 16% em 12 meses, apesar de 39 mil pessoas terem encerrado saldo no mês.
Composição do estoque
O estoque remete a uma liderança de títulos indexados a índices de preços, com 120,9 bilhões de reais (51,6%). Em seguida aparecem os que acompanham a Selic, com 85,3 bilhões (36,4%), e, por fim, os prefixados, com 28,2 bilhões (12%).
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