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A grande empresa surge como refúgio contra a inflação e o desemprego

Estudo aponta que a reputação das grandes empresas espanholas atua como refúgio contra inflação e desemprego, fortalecida pela proximidade com o público

Pescadería en un supermercado Sánchez Romero en Madrid.
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  • O estudo Advice mostra que a geopolítica tem influenciado o humor econômico na Espanha, com impacto na inflação, na energia e na confiança de famílias, pequenas empresas e autônomos.
  • As grandes empresas sistêmicas espanholas são apresentadas como refúgio contra inflação e desemprego, passando a ser vistas como ativos tangíveis ligados ao desempenho econômico.
  • A proximidade da marca e o vínculo emocional com o público ajudam a compor, em média, 33% da reputação das grandes empresas espanholas.
  • O ranking de 2026 aponta La Caixa (fundação bancaria), El Corte Inglés, CaixaBank, Inditex, Santander, Mercadona, Telefónica, Cellnex, Meliá e Iberdrola entre as empresas com melhor reputação.
  • Entre os fatores que mais influenciam a reputação estão a confiança, o alinhamento com governança corporativa, o compromisso social e a contribuição para o PIB, bem como a percepção de impacto das guerras na economia.

A geopolítica tem ganhado peso crescente no humor econômico na Espanha, aponta o Estudo Advice de sucesso empresarial. O trabalho analisa a reputação das grandes empresas sistêmicas espanholas diante da inflação e do desemprego. O relatório é elaborado pela Advice Strategic Consultants.

Segundo o estudo, conflitos internacionais recentes afetam a confiança e elevam preços, o que impacta famílias, pequenas empresas e trabalhadores autônomos. A escalada de tensões desde a guerra na Ucrânia até conflitos no Oriente Médio é apresentada como fator de desagregação econômica.

O documento ressalta que a economia espanhola já mostrava sinais de desaceleração antes das guerras atuais. O aumento da inflação, o encarecimento da energia e a incerteza são citados como efeitos que podem se intensificar se os conflitos se prolongarem.

O papel das grandes empresas

Em um cenário de confiança em queda, as grandes empresas passam a atuar como ponte entre economia e sociedade. O relatório afirma que a reputação corporativa está cada vez mais ligada ao desempenho econômico e social, tornando-se um ativo tangível.

A proximidade da marca com o público é apontada como fator relevante, representando em média 33% da reputação das grandes empresas. Essa ligação envolve conhecimento de marca, notoriedade, familiaridade e favorabilidade, além de um vínculo emocional com os consumidores.

Ranking e fatores de reputação

O estudo apresenta o top 10 de empresas espanholas com maior reputação em 2026: Fundação Bancaria La Caixa, El Corte Inglés, CaixaBank, Inditex, Santander, Mercadona, Telefónica, Cellnex, Meliá e Iberdrola. Esses nomes refletem a espinha dorsal da economia.

Entre os fatores que mais influenciam a reputação destacam-se aspectos endógenos, como confiança, cumprimento de governança corporativa, sucesso, compromisso social e contribuição para o PIB. Frações exógenas incluem a percepção de guerras abertas e seus efeitos sobre a economia.

Confiança como pilar

A confiança surge como elemento-chave pela primeira vez desde a Grande Recessão. A avaliação envolve a experiência de interação com a empresa, qualidade do serviço e a disposição de recomendar a marca a terceiros, repertório que constrói a imagem institucional.

Essa relação está conectada à comunicação eficaz e à imagem de marca condizente com as ações da empresa. Em síntese, a reputação é descrita como o espelho da atuação corporativa, incluindo responsabilidade social.

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