- Na sessão, os principais índices da Europa fecharam em direções opostas: Stoxx 600 caiu 0,30% (606,99 pontos), FTSE 100 subiu 0,11% (10.332,79 pontos), DAX caiu 0,27% (24.018,26 pontos) e CAC 40 perdeu 0,46% (8.104,09 pontos).
- Entre destaques de balanços, BP avançou 1,14%, Norwegian Air Shuttle subiu 5,58% e Novartis subiu 0,75% (com resultados abaixo das estimativas).
- No radar geopolítico, o impasse nas negociações EUA-Irã persiste, com o tráfego de petróleo pelo Estreito de Ormuz praticamente paralisado e Brent acima de 110 dólares o barril.
- A Casa Branca disse que Donald Trump responderá em breve a uma proposta do Irã para retomar a navegação pela via marítima, enquanto o Irã afirma estar em estado de colapso.
- Economistas do Goldman Sachs revisaram o cenário, estimando normalização mais tardia das exportações no Golfo Pérsico e apontando riscos de menor crescimento e maior inflação.
Os principais índices de ações da Europa fecharam em direções opostas nesta terça, diante do impasse nas negociações entre Estados Unidos e Irã. O mercado também repercutiu resultados de empresas.
O Stoxx 600 caiu 0,30%, para 606,99 pontos. O FTSE 100, de Londres, subiu 0,11%, a 10.332,79 pontos. O DAX, de Frankfurt, caiu 0,27%, para 24.018,26 pontos. O CAC 40, de Paris, perdeu 0,46%, para 8.104,09.
Entre os destaques de balanços, a BP subiu 1,14% após lucro trimestral acima das expectativas. A Norwegian Air Shuttle avançou 5,58% ao comunicar prejuízo menor que o esperado. A Novartis fechou em alta de 0,75%, apesar de resultados abaixo das estimativas.
No cenário geopolítico, as negociações de paz entre EUA e Irã atingiram um impasse, com o tráfego de petróleo pelo Estreito de Ormuz praticamente paralisado, ameaçando exportações na região. Os futuros do Brent operavam em alta, acima de US$ 110 por barril.
A Casa Branca informou que o presidente Donald Trump responderá em breve a uma proposta do Irã para retomar o fluxo pela via marítima. O Irã afirmou estar em estado de colapso, pedindo a reabertura do estreito o mais rápido possível.
Economistas do Goldman Sachs revisaram o cenário-base para incorporar uma normalização mais tardia das exportações no Golfo Pérsico. A projeção aponta retorno ao nível anterior à guerra entre junho (melhor caso) ou fim de julho (pior caso). Os riscos incluem menor crescimento e maior inflação, segundo a equipe liderada por Sven Jari Stehn.
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