- Grupos bancários elogiavam as propostas de capital do Federal Reserve como melhoria em relação às versões anteriores, mas dizem que ainda precisam de ajustes.
- A função dessas mudanças é evitar avaliações de risco que possam reduzir a capacidade dos bancos de ampliar empréstimos.
- O tema foi pauta de uma audiência na Câmara dos Estados Unidos, com participação de representantes do Bank Policy Institute e da Mortgage Bankers Association.
- As entidades destacaram que as propostas, embora mais alinhadas com o mercado, continuam apresentando pontos que podem dificultar a expansão do crédito.
Dois grupos do setor financeiro afirmaram que as propostas de capital menos rígidas da Reserva Federal representam um avanço significativo em relação às versões anteriores, mas ainda precisam de ajustes. A avaliação foi feita durante uma audiência na Câmara dos Deputados dos EUA, realizada na terça-feira.
O Bank Policy Institute, sediado em Washington, e a Mortgage Bankers Association estiveram entre as testemunhas que participaram do ato. Outras entidades do setor participaram, segundo relatos, e avaliaram as mudanças como favorecerem o atual ambiente de negócios.
Segundo os representantes, as propostas atuais ajudam a reduzir o peso regulatório, porém podem criar cenários de avaliação de risco que, na visão deles, dificultariam o aumento de crédito. O objetivo é manter a segurança financeira sem frear o crescimento.
Pontos-chave trazidos pelos participantes
Os grupos ressaltaram que ainda são necessários ajustes para evitar impactos adversos na concessão de empréstimos, especialmente para habitação e crédito corporativo. A audiência ocorreu em um momento de intenso escrutínio regulatório sobre capitalização dos bancos.
Ainda conforme as vozes ouvidas, as mudanças previstas pela autoridade monetária são vistas como uma melhoria em relação ao passado, mas não chegam a neutralizar todas as preocupações sobre adesão às normas de capital. A discussão continua entre autoridades, parlamentares e representantes do setor.
Entre na conversa da comunidade