- O Ibovespa fechou em queda de 0,51%, aos 188.619 pontos, o quinto pregão seguido no negativo.
- O cenário externo de aversão ampliou a cautela dos investidores, com incertezas no Oriente Médio pesando sobre as bolsas e o preço do petróleo.
- O dólar ficou estável, cotado a R$ 4,98, mesmo com o clima de risco.
- O IPCA-15 mostrou alta de 0,89% em início de abril, abaixo da expectativa de 0,98%.
- Goldman Sachs elevou a projeção da Selic para 13,25% ao fim de 2026, reforçando cautela antes da decisão do Copom.
O Ibovespa fechou em queda de 0,51% nesta terça-feira (28), aos 188.619 pontos, na B3. O recuo acompanha o tom de aversão a risco nos mercados globais e a indefinição sobre a guerra no Oriente Médio, além de dados de inflação que preocupam investidores.
O IPCA-15 de abril subiu 0,89% em relação a março, ficando abaixo da mediana de 0,98% esperada por economistas. Mesmo assim, o conflito no Oriente Médio gera dúvidas sobre o ritmo de queda dos juros no Brasil.
Investidores avaliam se a alta do petróleo e uma inflação ainda pressionada justificam maior cautela até a decisão de juros do Copom, marcada para quarta-feira (29). A incerteza global pesa sobre ativos locais.
Desdobramentos internacionais
Na véspera, o Goldman Sachs elevou a projeção da Selic ao fim de 2026 para 13,25% ao ano, iniciando um ciclo de cautela diante do choque petrolífero.
Externamente, as Bolsas fecharam no vermelho após aumento da cautela em ações de tecnologia, com o Wall Street Journal reportando resultados fracos da OpenAI. A Nvidia também recuou nos EUA, influenciando o humor do dia.
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