- IOF subiu quarenta e quatro vírgula cinco por cento no primeiro trimestre de 2026, somando R$ 25,3 bilhões.
- Em março, a arrecadação total atingiu R$ 229,2 bilhões, recorde mensal, com alta real de 4,99% em relação a março de 2025.
- O IOF em março foi de R$ 8,3 bilhões, crescimento de 50,06% ante o mesmo mês de 2025, efeito da mudança na legislação publicada em 2025.
- As receitas administradas pela Receita Federal somaram R$ 223,5 bilhões em março (alta real de 5,56%), enquanto outras receitas totalizaram R$ 5,7 bilhões (queda real de 13,52%).
- No acumulado de janeiro a março, a arrecadação federal ficou em R$ 777,1 bilhões, alta real de 4,58% sobre o mesmo período de 2025.
A arrecadação com IOF (Imposto sobre Operações Financeiras) subiu 44,5% no 1º trimestre de 2026, puxando as receitas federais. O tributo somou R$ 25,3 bilhões de janeiro a março, segundo a Receita Federal.
O desempenho do IOF, decorrente da mudança na legislação por decreto de 2025, ampliou a carga sobre operações financeiras e contribuiu para reforçar o caixa do governo em meio à busca por equilíbrio fiscal. Em março, a arrecadação total atingiu R$ 229,2 bilhões, recorde para o mês.
A Receita Federal informou que as receitas administrativas atingiram R$ 223,5 bilhões em março, com alta real de 5,56%. Já as receitas de outros órgãos ficaram em R$ 5,7 bilhões, com queda real de 13,52%. O PIS/Cofins somou R$ 48,1 bilhões, alta real de 4,35%.
O IRRF sobre rendimentos de capital totalizou R$ 10,6 bilhões, avanço de 7,44% na comparação anual, influenciado pelo desempenho de aplicações em renda fixa. O crescimento das importações também contribuiu, com avanço de 30,68% no imposto de importação e no IPI vinculado.
Arrecadação no trimestre
No acumulado de janeiro a março, a arrecadação federal somou R$ 777,1 bilhões, com alta real de 4,58% em relação ao mesmo período de 2025. O resultado evidencia a importância do IOF na composição das receitas do governo.
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