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IPCA-15 sobe 0,89% em abril, alimentação eleva, mas fica abaixo do esperado

IPCA-15 avança 0,89% em abril, abaixo da previsão de 1% mensal; alimentação e bebidas puxam alta, enquanto combustíveis elevam o transporte

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  • O IPCA-15 subiu 0,89% em abril de 2026; variação anual ficou em 4,37%.
  • A previsão da Reuters era de avanço de 1,00% no mês e 4,48% na comparação anual.
  • Alimentação e bebidas liderou as altas, em 1,46% (impacto de 0,31 ponto porcentual), com alimentação no domicílio em 1,77% e itens como cenoura, cebola, leite, tomate e carnes contribuindo.
  • Transporte ficou em segundo lugar, com alta de 1,34% e impacto de 0,27 ponto, puxado por combustíveis; gasolina subiu 6,23%.
  • Saúde e cuidados (0,93%) e habitação (0,42%) apareceram entre os principais fatores, com elevação nos itens de higiene, farmacêuticos e plano de saúde, e energia elétrica com reajustes de tarifas.

O IPCA-15 subiu 0,89% em abril de 2026, segundo o IBGE. Na comparação anual, o índice avançou 4,37%. A leitura ficou abaixo da expectativa de 1,00% mensal e 4,48% anual apontada pela Reuters.

O grupo Alimentação e Bebidas teve o maior impacto, com 1,46% e 0,31 ponto porcentual no índice. A alimentação em domicílio acelerou de 1,10% em março para 1,77% em abril, puxada por itens como cenoura, cebola, leite longa vida, tomate e carnes.

A alimentação fora do domicílio registrou 0,70% em abril, ante 0,35% em março, com lanches em 0,87% e refeições em 0,65%.

O grupo Transportes ficou em 1,34%, contribuindo com 0,27 p.p. em todo o IPCA-15. O destaque foi o resultado dos combustíveis, que passou de -0,03% em março para 6,06% em abril, especialmente a gasolina, com alta de 6,23%.

Saúde e cuidados pessoais somaram 0,93%, influenciados por higiene (1,32%), itens farmacêuticos (1,16%) após reajuste de até 3,81% nos preços de medicamentos em 1° de abril, e planos de saúde (0,49%).

Habitação acelerou para 0,42% em abril, impulsionada pela energia elétrica residencial, que apresentou alta de 0,68%. Em algumas tarifas de concessionárias houve reajustes, com reflexo em estados como o Rio de Janeiro.

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