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Lucro da Airbus cai 26% no 1º trimestre, apesar de crescimento na defesa

Airbus registra queda de 26% no lucro líquido do primeiro trimestre, a 586 milhões de euros, apesar do destaque da defesa e aumento de pedidos

Stand de Airbus en la feria de defensa de Asia en Malasia, en abril de 2026.
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  • O lucro líquido do grupo no primeiro trimestre de 2026 caiu 26%, para 586 milhões de euros, com menor volume de entregas na aviación comercial; o EBIT (lucro antes de juros e impostos) da defesa subiu 69%, para 130 milhões de euros.
  • A divisão de defesa impulsionou os resultados, tornando-se a que mais gerou lucro no período, puxando o desempenho total da empresa.
  • O EBIT da aviação comercial despencou 84%, para 81 milhões de euros; a área de helicópteros registrou queda de 17%, para 65 milhões de euros, reunindo um EBIT total de 300 milhões, queda de 52%.
  • A receita consolidada foi de 12,651 bilhões de euros, recuando 7% frente ao mesmo intervalo de 2025.
  • A carteira de pedidos incluiu 9.037 aeronaves comerciais; novos pedidos de defesa chegaram a 5,0 bilhões de euros; a área de helicópteros tinha 1.060 unidades em carteira, com 398 pedidos netos no trimestre.

Airbus divulgou resultados do primeiro trimestre de 2026 com queda na lucratividade da divisão de aviação comercial, em meio a continuidade de problemas no A320. O grupo apresentou lucro líquido de 586 milhões de euros, 26% abaixo do mesmo período de 2025, impactado pelos desafios no segmento civil.

A linha de defesa, espaço e helicópteros compensou parcialmente o desempenho. O EBIT da defesa subiu 69%, para 130 milhões de euros, sustentado por contratos recentes com governos europeus. O conjunto de negócios militares passages a motorizar o aumento de rentabilidade no trimestre.

Na aviação comercial, o EBIT caiu 84%, para 81 milhões de euros, refletindo menor volume de entregas. A unidade helicópteros registrou EBIT de 65 milhões, queda de 17%. O EBIT total da empresa ficou em 300 milhões de euros, queda de 52%.

Desempenho financeiro e carteira de pedidos

A receita consolidada somou 12.651 milhões de euros entre janeiro e março, baixa de 7% ante o 1T de 2025. A carteira de pedidos bruta totalizou 9.037 unidades no fim de março, com 398 pedidos líquidos no trimestre, próximo do dobro do registrado no ano anterior.

Em helicópteros, o saldo líquido foi de 79 unidades, ante 100 no 1T do ano passado, com carteira de 1.060 unidades em aberto. No segmento de defesa, novos pedidos chegaram a 5 bilhões de euros, quase o dobro de 2025, apontando robustez no backlog.

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