- Analistas do Citi apontam que a Prio deve ser o grande destaque entre as petrolíferas independentes no 1º trimestre, sustentada por volumes robustos, preços do petróleo mais altos, despesas operacionais menores e menor impacto de impostos de exportação.
- O banco manteve recomendação de compra para a Prio, com preço-alvo de R$ 75, e para a Brava Energia, com alvo de R$ 25.
- O Citi cortou o preço-alvo da PetroRecôncavo de R$ 15 para R$ 14, reiterando recomendação neutra.
- A Brava deve apresentar melhorias operacionais com a consolidação do Campo Papa Terra a partir de fevereiro, além da alta do petróleo, mas deverá registrar prejuízo de R$ 390 milhões por efeitos de instrumentos de hedge.
- Para a Prio, a geração de fluxo de caixa livre deve melhorar ao longo do tempo, com queda da alavancagem, mesmo diante de consumo de caixa com o capital de giro e dos investimentos no Campo de Wahoo, mantendo espaço para dividendos.
O Citi reduziu o preço-alvo da PetroRecôncavo de R$ 15 para R$ 14, mantendo recomendação neutra após o fechamento de ontem. A mudança não altera a classificação global da casa sobre o setor.
Prio e Brava Energia permanecem com recomendação de compra. Os alvos são R$ 75 para PRIO3 e R$ 25 para Brava, conforme nota de analistas do banco.
Os analistas destacam que a Prio deve se destacar entre petrolíferas independentes no 1º trimestre, sustentada por volumes de vendas robustos, preços de petróleo mais altos, menores despesas operacionais e menor impacto de impostos de exportação.
A Brava deve apresentar melhorias operacionais com a consolidação do Campo Papa Terra a partir de fevereiro, além da recuperação do preço do barril. Ainda assim, a empresa pode registrar prejuízo líquido devido a instrumentos de hedge.
Nos resultados esperados da PetroRecôncavo, a alta do petróleo deve compensar parcialmente quedas de produção, câmbio menos favorável e efeitos negativos das posições de hedge. A companhia deve manter baixa alavancagem e gerar fluxo de caixa livre suficiente para dividendos.
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