- Renfe está estudiando un pedido adicional de trenes para atender las obligaciones de servicio público, con primeras entregas previstas en 2026.
- Se esperan las primeras cinco unidades de la serie 453 de Stadler en Cercanías de Madrid a finales del verano; las unidades Alstom 452 deberían iniciar operaciones en Rodalies de Cataluña hacia finales de año.
- El plan de compra contempla noventa y una cientos—79 trenes de Stadler, 201 de Alstom y 60 de CAF—con mantenimiento y otros servicios vinculados, para renovar la flota de forma relevante.
- Con estas series, Renfe busca mejorar la fiabilidad en Madrid y Barcelona, dentro de un programa de renovación que ya incluye más de cuatro mil millones de inversión en trenes.
- Paralelamente, Renfe avanza en un proyecto de creación de una empresa de transporte por autobús y enfrenta impugnaciones en el TACRC, que podrían afectar adjudicaciones, aunque la operadora mantiene que seguirá contratando externos para servicios de urgencia.
Renfe analisa novo pedido de trens para serviços públicos e aguarda entregas de Stadler, Alstom e CAF. O presidente da empresa, Álvaro Fernández Heredia, disse ao Congresso que reforços de frota são necessários para cumprir as obrigações de serviço público (OSP).
A operadora aguarda, em 2026, a chegada das primeiras unidades da maior compra de frota já realizada. Estão previstas adjudicações entre 2020 e 2023, com as primeiras Stadler 453 a circular em Madrid até o fim do verão. Os Alstom 452 devem iniciar operação em Rodalíes, na Catalunha, até o final do ano.
Fernández Heredia lembrou que os serviços de Cercanías e Media Distancia, que integram as OSP, exigem novas incorporações. O objetivo é reduzir falhas de serviço e aumentar a confiabilidade, após investimentos superiores a 4 bilhões de euros em trens.
Os contratos em andamento incluem Stadler, que fornecerá 79 unidades por 1,306 bilhão de euros, com manutenção de 15 anos. A Alstom entregará 201 trens (152 mais 49), por 1,800 bilhão, também com manutenção e peças por 15 anos. A CAF ficará responsável por 60 trens de média distância, além de peças para Cercanías e trem de bitola métrica, com custo superior a 1 bilhão.
Ao todo, Renfe já firmou pedidos para 436 trens e 50 locomotivas, e realiza remodelação de 57 unidades. O conjunto soma cerca de 4,51 bilhões de euros em contratos de adjudicação, com a possibilidade de chegar a 5,24 bilhões incluindo manutenção.
Novo plano de reforço para serviços públicos
A atualização de patrimônio ferroviário é acompanhada de um ajuste no planejamento de transporte. O conjunto de contratos envolve renovação de frota para melhorar serviços em Madrid e Barcelona, além de ampliar capacidades da rede de alta velocidade. A operadora planeja também ampliar o uso de trens de Stadler, Alstom e CAF em diferentes regiões.
A gestão da linha de ônibus também foi discutida. Fernández Heredia defendeu a criação de uma empresa própria de transporte por ônibus, com 50 a 100 veículos novos, para apoiar os Planos Alternativos de Transporte (PAT) diante de obras da rede Adif. O projeto prevê participação de um acionista com 51% do capital.
A iniciativa de ônibus enfrenta impasses administrativos. O Tribunal Administrativo Central de Recursos Contractuais está analisando questionamentos de associações do setor rodoviário, que contestam requisitos de solvência e o impacto de uma eventual participação de Renfe nesse segmento.
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