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Simone Tebet afirma urgência do ajuste fiscal

Simone Tebet afirma que o Brasil atingiu o limite fiscal e defende ajuste imediato, com contenção de gastos sem retirar direitos e sem aumentar tributos

Ex-ministra do Planejamento Simone Tebet em entrevista a jornalista Marcela Rahal, durante o programa Amarelas On Air (Claudio Gatti/VEJA)
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  • A ex-ministra do Planejamento Simone Tebet afirmou que o Brasil chegou a um ponto crítico nas contas públicas e não há espaço para adiar o ajuste fiscal.
  • Em entrevista ao Amarelas On Air, da VEJA, ela disse que “a água bateu no nariz” e que é preciso escolher entre fiscalizar gastos ou continuar com gastos sem freio.
  • Ela defende que o equilíbrio das contas deixou de ser opção e se tornou necessidade imediata, com foco em reduzir gastos sem comprometer políticas sociais.
  • Tebet afirmou que o ajuste não pode vir pelo aumento da carga tributária, defendendo revisão de despesas e benefícios sem justificativa e melhoria na qualidade do gasto.
  • A ex-ministra acrescentou que o debate fiscal costuma ser visto como oposição à agenda social e que o equilíbrio é essencial para crescimento sustentável, estabilidade econômica e poder de compra; a entrevista vai ao ar no VEJA+ na segunda-feira, 28, às 21h.

Simone Tebet, ex-ministra do Planejamento, afirmou que o Brasil chegou a um ponto crítico nas contas públicas e não há mais margem para adiar o ajuste fiscal. Em entrevista ao programa Amarelas On Air, da revista VEJA, a pré-candidata ao Senado insistiu que a água bateu no nariz.

Ela defende equilíbrio entre responsabilidade com gastos e justiça social, afirmando que o país precisa avançar no controle de despesas sem abandonar direitos. Segundo Tebet, há espaço para corrigir distorções tanto na receita quanto nas despesas, preservando políticas públicas essenciais.

A ex-ministra destacou que o momento exige mudança de foco após a recomposição de programas públicos. O próximo ciclo, na visão dela, deve priorizar a consolidação fiscal, com contenção sem retirar direitos.

Ponto central do ajuste fiscal

Tebet ressaltou que o ajuste não deve vir pelo aumento da carga tributária. O caminho, segundo a dirigente, passa por revisar despesas e benefícios sem justificativa, além de melhorar a qualidade do gasto público. Também apontou as renúncias fiscais como tema a reavaliar.

Ela ainda avaliou que o debate fiscal é frequentemente tratado de forma equivocada, como se fosse oposição à agenda social. Para a ex-ministra, equilíbrio das contas sustenta crescimento, estabilidade e poder de compra.

A entrevista será exibida na íntegra no VEJA+, nesta segunda-feira, 28, a partir das 21h.

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